domingo, 19 de maio de 2013

O diagnóstico da Esclerose Múltipla é feito através da história clínica( surto) e de exames complementares como a ressonância magnética e o exame de líquor que apresentam alterações sugestivas da doença.

O tratamento medicamentoso da Esclerose Múltipla é feito com drogas modificadoras de doença. Esses medicamentos são: Avonex, Betaferon, Rebif, Copaxone, Gilenya e Tysabri.
São chamados de drogas modificadorascde doença pois diminuem o número de surtos, a progressão da doença e as lesões na ressonância magnética.


Os portadores de Esclerose Múltipla podem apresentar sintomas em diferentes locais e em diferentes épocas.
Os mais comuns são:
- alteração da força muscular( braços, pernas)
- alterações visuais (embaçamento, visão dupla)
- alteração de esfíncteres( perda do controle da urina e das fezes)
- alteração da coordenacão (desequilibrio)
- alteração da sensibilidade ( dormência, formigamentos)


A Esclerose Múltipla é mais comum em países de clima temperado, distante da linha do Equador. O Brasil apresenta aproximadamente 35 mil casos da doença enquanto EUA e Canadá aproximadamente 400 mil casos. A EM é mais comum em mulheres na proporção de 3 mulheres acometidas para cada homem.

O que é Esclerose Múltipla?

É uma doença inflamatória e degenerativa do sistema nervoso central( cérebro, nervo óptico e medula espinhal) de caráter autoimune. Acomete preferencialmente mulheres jovens.


Se a EM ( Esclerose Múltipla) não tem cura, é necessário tratar?

Sim.

O tratamento visa ajudar o portador a conviver com a EM da melhor forma possível. 

Há várias modalidades de tratamentos: 
- medicamentos para o tratamento dos surtos; 
-medicamentos modificadores da doença
- intervenções de reabilitação física
-intervenções para reabilitação psicológica


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