quarta-feira, 17 de abril de 2013

Aposentadoria especial para pessoas com deficiência é aprovada na Câmara Federal

17 de abril de 2013 | 1 Comentario | Arquivado em Noticias
O Plenário da Câmara Federal aprovou, por unanimidade (361 votos), o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 277/05, que permite às pessoas com deficiência se aposentarem com menos tempo de contribuição à Previdência Social. A matéria será enviada à sanção presidencial. “É uma honra muito grande voltarmos para esta Casa num dia emblemático para as pessoas com deficiência. Estamos fazendo história”, afirmou Leonardo Mattos (PV), autor do projeto – ex-deputado federal e atual vereador em Belo Horizonte, que estava em Brasília, nesta quarta-feira (17/04), durante votação da proposição.
Para os casos de deficiência grave, o limite de tempo de contribuição para aposentadoria integral de homens passa dos 35 para 25 anos; e de mulheres, de 30 para 20 anos. Quando a deficiência for moderada, as novas condições para aposentadoria por tempo de contribuição passam a ser de 29 anos para homens e de 24 para mulheres. Caso a deficiência seja leve, esse tempo será de 33 anos para homens e 28 para mulheres.
Já a aposentadoria por idade passa de 65 para 60 anos, no caso dos homens, e de 60 para 55 anos, no caso das mulheres, independentemente do grau de deficiência. A condição é o cumprimento de um tempo mínimo de 15 anos de contribuição e comprovada a deficiência por igual período.
Segundo Leonardo Mattos, atualmente existem milhares de deficientes trabalhadores, que enfrentam diversas dificuldades diariamente, pois o trabalho das pessoas com deficiência é uma situação nova para a sociedade brasileira. “A aprovação do projeto é uma questão de justiça. Até pouco tempo atrás nós eramos pensionistas e, agora, estamos sentindo o impacto da vida laborativa. Muitas pessoas com deficiência estão se sentindo na obrigação de aposentarem-se prematuramente por invalidez, pois não têm tempo de contribuição nem idade exigidos pela legislação”, destacou Mattos.
De acordo o Censo 2010 do IBGE, cerca de 46 milhões de brasileiros são considerados deficientes. Ou seja, aproximadamente 24% da população têm  pelo menos um tipo de deficiência. Para Leonardo Mattos o projeto cumpre a máxima de que todos são iguais perante a lei, tratando de forma igual aqueles que são iguais e de forma desigual os desiguais.
Regulamento do Executivo definirá as deficiências consideradas graves, moderadas e leves para a aplicação da lei.
Palavras chaves: , , .
Uma Comentário em Aposentadoria especial para pessoas com deficiência é aprovada na Câmara Federal

terça-feira, 16 de abril de 2013

SÓ AQUI NO BRASIL MESMO,NEM DEVERIA SER NECESSÁRIO UMA PESSOA TOMAR ESTE TIPO DE MEDIDA PARA SER RESPEITADA,MAS ONDE ESTAMOS? .

 

Claudia Rodrigues proíbe funcionários de clínica de falar de seu estado de saúde, diz colunista

Atriz tem 42 anos (Foto: Divulgação)
Com a intenção de voltar para a televisão,Claudia Rodrigues, 41, ficou irritada com as informações sobre seu real estado de saúde. Para não atrapalhar seus planos, a atriz criou um documento que proíbe todos os funcionários do hospital onde faz o tratamento de divulgarem detalhes sobre sua saúde. As informações são do colunista Leo Dias, do jornal "O Dia", desta segunda-feira (15).
Tudo começou quando Claudia concedeu algumas entrevistas falando sobre a Esclerose Múltipla, problema de saúde que convive há 13 anos. "Todo mundo acha que a Cláudia está na m... Não estou, não. Tenho um laudo de alta médica", disse ela ao jornal "Extra", no começo de março deste ano, afirmando que está ensaiando uma peça para maio.
Mas, no dia 26 de março, o colunista Leo Dias teve acesso ao prontuário médico da atriz e revelou que ela tem que passar por sessões mensais com injeções na veia de corticoides para controlar a doença.
Então, Claudia não gostou de ter sido desmentida e teria procurado, imediatamente, a TV Globo. A emissora, por sua vez, foi em cima da direção da Clínica São Vicente, onde a atriz faz o tratamento.
Irritada, em pouco dias ela criou este documento, que é um termo de confidencialidade, onde todos os funcionários foram obrigados a assinar e a se comprometerem a manter em sigilo o estado de saúde de Claudia.
O contrato ainda teria dez anos de duração e quem o descumprir, receberá um processo.

domingo, 14 de abril de 2013

A SEGUNDA REPORTAGEM SOBRE VITAMINA D, MAIS QUE INTERESSANTE.


Revertendo a esclerose múltipla com a paleodieta, aumentando a vitamina D e evitando aditivos artificiais

A esclerose múltipla é uma doença crônica, degenerativa dos nervos no cérebro e na colunapaleovertebral. A doença faz com que o corpo atacaque uma substância isolante em torno de células nervosas chamada mielina. Quando a mielina é danificada, a função dos nervos se deteriora, resultando em desequilíbrio muscular, fraqueza ou perda de coordenação, perda de visão e tremores. As pesquisas agora mostam que a doença pode ser revertida através da adoção da paleodieta (principalmente carne, vegetais e nozes), otimizando os níveis de vitamina D e evitando ingredientes artificiais, especialmente o aspartame.
Compreende-se agora que os fatores ambientais, nomeadamente a dieta, desempenham um papel importante no desenvolvimento da doença degenerativa. A paleodieta, consistindo de orgânicos, carnes alimentadas com capim, legumes, alimentos fermentados, e nozes, é repleta de nutrientes que protegem o sistema nervoso e imunológico. A paleodieta é rica em vitaminas do complexo B, iodo e ômega-3 os ácidos graxos ( EPA e DHA com base animal) que suportam a função mitocondrial e o crescimento e reparação da mielina.

O que acrescentar

Outro nutriente vital, a vitamina D, é fundamental não só para prevenir doenças do coração, câncer e outras doenças do estilo de vida, mas também para prevenção e cuidados da EM. Uma nova pesquisa mostrou que o mês do nascimento de um bebê, assim como os níveis de vitamina D da mãe estão envolvidos nos riscos futuros de EM na criança. O estudo demonstra que aqueles que nasceram após os meses de inverno, em abril ou maio foram significativamente mais propensos a ter a doença em relação àqueles que nasceram após os meses ensolarados do verão, em outubro ou novembro.
Este estudo, em conjunto com muitos outros estudos que confirmam o risco de EM diminui quanto mais próximo você viver do equador (e vice-versa), demonstram uma ligação entre os níveis de vitamina D e os riscos de desenvolvimento de esclerose múltipla. O mecanismo por trás dos efeitos protetores da vitamina D  estão relacionados com a sua regulação dos mensageiros químicos, citocinas, que modulam o sistema imunitário e inflamação no corpo.

O que remover

Enquanto suporta o corpo com todos os nutrientes benéficos, é igualmente importante se remover da dieta os aditivos artificiais, em especial o aspartame. O aspartame é constituído por ácido aspártico e uma molécula sintética fenilalanina ligada a um grupo metilo. O metanol é o que faz o gosto doce do aspartame. A ligação que mantém o grupo metilo à fenilalanina se rompe facilmente a temperaturas superiores a 85 graus. Uma vez separados, o metanol pode viajar dentro de qualquer célula do corpo. Em algumas células (como as células do coração e do fígado) ele pode, posteriormente, ser dividido em formaldeído, uma toxina que pode atravessar as barreiras sangue-cérebro e placentárias.
Álcool-desidrogenase é uma enzima que converte o metanol em formaldeído no citoplasma da célula. Isto pode acontecer até mesmo próximo ao núcleo, onde o formaldeído pode facilmente danificar o DNA. Cada animal tem estruturas celulares chamadas peroxissomos que quebram as moléculas tóxicas, como formaldeído, exceto para os seres humanos. Na verdade, apenas o álcool pode impedir a metabolização de metanol, sendo potencialmente correlacionado com estudos que demonstram o consumo moderado de álcool tem efeitos benéficos para a saúde. No entanto, ingestão de aspartame resulta em metanol e formaldeído tóxico no interior das células do cérebro e em todo o corpo, causando a destruição do sistema nervoso, tecido do cérebro e do sistema imunológico.
Todos os aditivos, edulcorantes, aromatizantes, conservantes, e corantes têm sido associados com distúrbios de saúde mental e do sistema nervoso, como a esclerose múltipla. Evitar alimentos processados ​​vai ajudar a reduzir os riscos da doença. Para aqueles com EM, evitando estes alimentos tóxicos, enquanto se alimenta com alimentos do tipo paleolítico e obtendo mais vitamina D ajudará a prevenir o desenvolvimento da doença e permitir que o corpo se cure naturalmente.
Referências

<< Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia solicita a inclusão da vitamina D na lista de medicamentos gratuitos fornecidos pelo SUS >>

 

 

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia solicita a inclusão da vitamina D na lista de medicamentos gratuitos fornecidos pelo SUS

A SBEM encaminhou ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Ciência Tecnologia esbemInsumos Estratégicos um ofício no qual ela solicita uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o texto, a disponibilização corrigiria a deficiênciaprevalente deste nutriente nos grandes centros urbanos.
De acordo com a Sociedade, o SUS já fornece o 400 UI Vitamina D, porém apenas em associação com sais de cálcio, o que seria uma desvantagem, já que a maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio, mas sim de quantidades maiores de Vitamina D. Para a SBEM, as doses de ataque deveriam ser de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses.
Ainda segundo o Ofício, valores inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis.  Entre as consequências desta deficiência estão a maior fragilidade óssea e fraturas.
De acordo como texto, “uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício”.
Leia o ofício na íntegra:
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM vem solicitar à V. Ex.a uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS, que possibilitará a correção da já comprovada deficiência deste nutriente, altamente prevalente nos grandes centros urbanos do Brasil.
Em função das mudanças sociais e comportamentais ocorridas no último século, vivenciamos atualmente uma drástica redução nos períodos de exposição solar, o principal mecanismo pelo qual adquirimos a Vitamina D. Isto fez com que um problema irrelevante em nosso meio até meados do século passado se tornasse altamente prevalente nos dias de hoje, com sérias consequências para a saúde de nossa população.
Valores séricos inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis, números que se agravam à medida que caminhamos para o sul do país. Esta deficiência tem consequências já bastante conhecidas sobre o sistema musculoesquelético, levando a maior fragilidade óssea e fraturas. Uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício.
O SUS já fornece 400 UI Vitamina D, mas apenas em associação com sais de Cálcio, o que é uma desvantagem. A maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio por obtê-lo em quantidade suficiente na dieta, mas necessitam, entretanto, quantidades maiores de Vitamina D para corrigir sua deficiência. Esta correção exige doses de ataque de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses, o que inviabiliza o uso destas associações.
Portanto, faz-se urgente o fornecimento de Vitamina D3 isolada em apresentações versáteis, que possibilitem a titulação da dose para diferentes situações clínicas.
Os benefícios da Vitamina D sobre o sistema musculoesquelético são reconhecidos há quase um século. Entretanto, sua inadequação crônica vem sendo associada a outras situações clínicas indesejáveis, como alguns tipos de câncer, a doenças autoimunes, distúrbios metabólicos, entre outros. Portanto, sua disponibilização pelo SUS será muito bem-vinda, pois possibilitará oferecer, com esta medida de baixo custo, mais saúde à população.
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia coloca-se à disposição do Ministério da Saúde para auxiliar na construção de diretrizes para a utilização de Vitamina D pelo Sistema Único de Saúde.
Fonte: SBEM – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
 
 

sábado, 6 de abril de 2013

Foi postado no facebook pelo Dr. Ricardo Marques dos Santos,informação sempre é bem vinda a todos então estou repassando aos que possam interessar:


<<< TRATAMENTO DA VITAMINA D EM BELO HORIZONTE - MG >>>

Prezados agora é oficial, apartir de 02/05/2013 terá um médico em vespasiano-MG (20km de BH e 12Km do Aeroporto de Confins), atendendo pelo prótocolo do Dr. Cícero da vitamina D, é o Dr. André Costa Lage que foi a SP acompanhar consultas e 
fazer um "estágio" junto ao Dr.Cícero, ele é Clinico Geral e Acupunturista.

O atendimento será na clinica da Criança:

Rua: São Judas Tadeu, 50 Centro - Vespasiano/MG
Telefone (31) 3621-3110

As consultas já podem ser pré-agendadas, ele atenderá a principio toda Quarta e Quinta e o valor da consulta é: R$350,00

Abraço

quinta-feira, 4 de abril de 2013

EXEMPLO DE SUPERAÇÃO:
EXEMPLOA A SER SEGUIDO:
HITÓRIA DE UM VENCEDOR DE UM LUTADOR.



Esclerose Múltipla

"Meu DNA é a vontade", diz empresário portador de esclerose múltipla

Raphael Levy tem 51 anos e há 25 convive com a doença. Por meio das suas marcas de surf e de bolsas, ele divulga um selo a favor da informação e do investimento na pesquisa contra a esclerose múltipla, que ainda não tem cura

Vivian Carrer Elias
Raphael Levy, conhecido como Fico
Raphael Levy é portador de esclerose múltipla desde 1987 (Rodrigo Antonio)
Em plena lua-de-mel de seu primeiro casamento, aos 26 anos, o surfista e empresário Raphael Levy sofreu de impotência sexual e perdeu a visão. Eram os efeitos da sua primeira crise de esclerose múltipla, doença com a qual foi diagnosticado apenas três anos depois. Raphael, que é mais conhecido como Fico, seu apelido de infância, voltou a enxergar no mesmo dia, quando um oftalmologista lhe receitou cortisona, acreditando que se tratava de uma inflamação do nervo óptico. A disfunção erétil foi diagnosticada como um problema psicológico (na verdade, é um sintoma da doença).
Desde esse dia, outras várias crises vieram, acarretando consequências como a perda dos movimentos da perna durante quase um ano e a perda completa da visão do olho direito — um dos primeiros sintomas da esclerose múltipla são os problemas de visão. Hoje, aos 51 anos e após dois casamentos, ele divide seu tempo entre surfar, ser pai (ele tem uma filha de 20 anos), administrar suas marcas de bolsas e de surf e divulgar a doença da qual é portador a fim de arrecadar dinheiro para investir em tratamentos e pesquisa.
A causa da esclerose múltipla ainda é desconhecida e não há cura para a doença. Sabe-se que a condição ocorre quando a substância que envolve e protege as fibras nervosas do cérebro, da medula espinal e do nervo óptico é danificada ou destruída. Quando isso acontece, são formadas áreas de cicatrização, ou escleroses, e surgem diferentes sintomas sensitivos, motores e psicológicos. O problema atinge mais mulheres do que homens, costuma aparecer entre os 20 e os 40 anos de idade e pode avançar e retroceder de maneira imprevisível.
Motivação — Como consequência de uma forte crise, Raphael perdeu os movimentos da cintura para baixo alguns meses após a sua primeira lua-de-mel. Sem ter ainda o diagnóstico de esclerose múltipla, foi para os Estados Unidos em busca de uma resposta, mas voltou para o Brasil três meses depois, ainda sem saber o que provocava as crises.
"Eu divido a minha vida antes e depois desse acontecimento. Após tomar uma porrada dessa, ou seja, perder os movimentos das pernas e carregar uma doença que não era diagnosticada nunca, fiquei perdido. O ano era 1987 e pouco se sabia sobre a esclerose múltipla", disse Raphael em entrevista ao site de VEJA. "Eu só ouvia coisas negativas: que não voltaria a andar e a surfar, que não seria curado, que não poderia ter filhos. Eu resolvi mostrar que a ciência poderia estar errada em relação a mim, que eu era diferente. Mostrar que o meu DNA é a vontade de vencer." Para isso, em vez de quatro horas, como o recomendado, o empresário passou a fazer oito horas diárias de fisioterapia e, com toda essa dedicação, recuperou os movimentos após quase um ano.
Hoje ele toma de seis a oito remédios por dia, entre medicamentos para a dor (possui uma hérnia de disco que não pode operar devido a sua doença), para dormir e para o estômago, além das vitaminas que ajudam a fortalecer o seu sistema imunológico. No entanto, não faz uso de remédios específicos para a esclerose múltipla, mas pratica atividades físicas — surfa e faz treinamento funcional — e ocupa os seus dias com o trabalho e com a causa que abraçou. "Hoje eu tenho espasmos todas as noites e dores nas pernas, mas não sofro mais de crises há tempos. Não deixo dar tempo para a doença me pegar, ocupo todos os espaços da minha vida e consigo fazer com que ela me esqueça."
Engajado — Devido à falta de informação divulgada sobre a esclerose múltipla e à escassez de recursos do governo dedicados à doença, Raphael se envolveu na causa. Além de contar a sua história de superação em palestras, ele contribui mensalmente com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem). O empresário também desenvolveu um selo que leva o título de sua campanha 'Eu faço o bem. Faça você também' (veja a página do selo no Facebook). "A ideia é que as empresas comprem o selo, contribuindo com 1.500 reais todo o mês, e o divulguem em seus produtos, sites e até e-mails. Atualmente, todos os produtos da minha empresa já saem com esse selo", diz Raphael, que pretende distribuir o dinheiro arrecadado entre a Abem, publicidade sobre a doença e investimento em novos médicos que desejam se especializar em esclerose múltipla.

"Eles não vão pagar R $ 12.000 para um procedimento de uma só vez" 21

Cheryl Browne
Por Cheryl Browne , Barrie Examiner
Residentes Barrie Steve emaranhados Garvie com seu laboratório de ouro, Magoo, enquanto faz uma pausa de defender uma utilização mais generalizada de CCSVI.  Ele lidera a Fundação CCSVI do Canadá e está organizando o Passeio MS and Roll em 28 de abril em Barrie.  IAN MCINROY BARRIE EXAMINADOR
Residentes Barrie Steve emaranhados Garvie com seu laboratório de ouro, Magoo, enquanto faz uma pausa de defender uma utilização mais generalizada de CCSVI. Ele lidera a Fundação CCSVI do Canadá e está organizando o Passeio MS and Roll em 28 de abril em Barrie. IAN MCINROY BARRIE EXAMINADOR
Donna Graham acredita que os contribuintes devem ser petições ao governo para explicar a sua lógica de financiamento.
Saúde do Canadá vai ajudar a pagar 40.000 dólares para a medicina para a esclerose múltipla (EM) pacientes por ano, mais US $ 13.000 para uma cadeira de rodas elétrica, bem como para os trabalhadores de apoio pessoal (PSWS) para ajudar o diário aflitos.
"Mas eles não vão pagar R $ 12.000 para um procedimento de uma só vez", disse Graham, incrédulo.
Graham vive com Steve Garvie, que tinha esclerose múltipla há 15 anos antes de ter a cirurgia libertação para insuficiência venosa crônica cerebrospinal (CCSVI) em 2010.
A terapia de libertação foi descoberto pelo cirurgião vascular italiano, Dr. Paolo Zamboni, que acredita que pacientes com esclerose múltipla sofrem de CCSVI.
Zamboni começou o tratamento de sua esposa, e em seguida, outros com o MS, através da realização de cirurgia de angioplastia. Ela envolve a inserção de stents ou pequenos wideners tubo artificiais na veia para permitir maior fluxo sanguíneo.
Tal como acontece com muitas histórias de sucesso CCSVI, Garvie entrou na sala de cirurgia em uma cadeira de rodas e saiu do hospital em seus próprios dois pés.
Os dois sintomas temidos MS, confusão mental e fadiga, foram embora e ele tem o uso de seu braço esquerdo novamente.
"Nós tínhamos acabado de conhecer em dezembro", disse Graham. "Ele teve a cirurgia de 29 de janeiro e fomos para a República Dominicana, em fevereiro."
"É aí que tivemos a nossa primeira dança juntos", Garvie chimed dentro
Graham olha para o sistema de saúde canadense com algo semelhante ao choque com o desperdício de dinheiro público gasto sem fixação de pessoas.
"Eu realmente acho que se as pessoas soubessem o quanto custa para manter alguém com MS vai, comparado a ter a cirurgia e obter suas vidas de volta, eles se envolver", disse ela.
Garvie disse que pessoas com problemas cardíacos ou diabetes pode ter angioplastia cirurgia paga pelo OHIP.
"É aí que a polêmica é. Se você tiver MS, você não pode ter feito isto ", disse ele.
Ambos Saúde do Canadá e Ontário Ministério de Saúde e Cuidados de Longa Duração não comentou na quarta-feira.
Garvie voou para Newport, CA para suas duas cirurgias CCSVI.
Mais de 2.000 cirurgias CCSVI foram realizados com conceitos de saúde Synergy, pelo menos 1.600 deles pelo Dr. Michael Arata, que é especialista em radiologia de intervenção.
Arata não só consultar pacientes com esclerose múltipla, mas também com aqueles que têm a doença de Parkinson, diabetes, doença inflamatória intestinal, como Crohn, artrite reumatóide e apnéia do sono.
Arata diz que não está tratando veias, ele é o tratamento da disfunção autonômica.
Arata explicou que é as fibras nervosas autonômicas viajam ao lado dos vasos sanguíneos - como a veia jugular em pacientes com esclerose múltipla - que precisam de terapia.
Uma vez que os nervos autonômicos estão esticados, os pacientes com diferentes graus de sintomas, com uma variedade de doenças sentir os efeitos positivos
"O sistema nervoso autônomo é o regulador do corpo". Arata disse.
"É como o re-boot de seu computador."
Em 2011, uma cirurgia semelhante chamado de Terapia Endovascular prospectivo randomizado em MS (premissa) realizou ensaios em Buffalo.
Os pesquisadores recentemente divulgou os resultados indicando apenas 11 das 19 pessoas viram melhores condições após a cirurgia premissa. (Pontos Arata fora um dos médicos envolvidos na pesquisa também sugeriu que o sistema nervoso autônomo - não as veias - foi beneficiando do procedimento).
No entanto, as conclusões do estudo determinou que, enquanto o tratamento é seguro, ele não forneceu melhoria sustentada para os pacientes.
O estudo cego ofereceu metade dos participantes a uma cirurgia fictícia e outros receberam a terapia premissa, explicou Leona Budd de Orillia.
"Eu tinha certeza que eu era um dos que tiveram a cirurgia verdadeira libertação", disse Budd, que viajou para Buffalo para os ensaios para um ano a partir de novembro 2011.
"Eu não sabia até há duas semanas que eu estava certo."
Budd disse que viu uma melhora significativa tanto na fadiga e sintomas de nevoeiro seu cérebro no ano passado.
Mas talvez o maior avanço é o seu olho esquerdo, onde ela tinha perdido a visão e agora pode ver de novo.
"Você está indo para obter resultados diferentes porque nem todo mundo tem o MS há sete anos e tinha todos os mesmos sintomas. Mas eu não entendo por que eles não olhar para os sucessos de cada pessoa que teve, em vez da média de melhora. Meus melhorias foram notáveis ​​", disse ela.
Para mais informações sobre a Fundação CCSVI do Canadá, visitewww.ccsvifoundationcanada.org ou juntar-se o Passeio MS and Roll em 28 de abril no Parque Centenário.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

GOSTEI DE MAIS DO QUE LI, ACREDITO QUE ESTA MATÉRIA RETRATA TUDO SOBRE A ESCLEROSE COM UMA LINGUAGEM SUPER DIRETA E OBJETIVA:

Esclerose Múltipla: Esperança com a pesquisa

O material NINDS relacionada à saúde é fornecido apenas para fins informativos e não representam necessariamente a posição oficial ou aprovação do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame ou qualquer outro órgão federal. O conselho para o tratamento ou os cuidados de um paciente individual deve ser obtido por meio de consulta com um médico que examinou o paciente ou está familiarizado com a história clínica desse paciente.
Todas as informações NINDS preparados é de domínio público e pode ser copiado livremente. O crédito é apreciado NINDS ou o NIH.

Índice analítico

 Introdução

A esclerose múltipla (EM) é a mais comum doença incapacitante neurológica em adultos jovens.
Aparece com mais freqüência quando as pessoas têm entre 20 e 40 anos de idade. No entanto, ele também pode afetar crianças e idosos.
O curso da EM é imprevisível. Um pequeno número de pessoas com doença leve tem um MS com pouca ou nenhuma deficiência, enquanto que uma menor sofrer um agravamento da doença constante levando a deficiência aumenta com o tempo. A maioria das pessoas com esclerose múltipla, no entanto, tem curtos períodos de sintomas seguidos por longos períodos de alívio relativo, com recuperação parcial ou total. Não há maneira de prever, no início, como se irá desenvolver a doença de uma pessoa.
Pesquisadores passaram décadas tentando entender porque algumas pessoas ficam MS e outros não, e por que algumas pessoas com EM não têm sintomas que evoluem rapidamente e outros. Como a doença começa? Porque é que o curso da EM entre pessoas tão diferentes?
Há algo que possamos fazer para evitar isso? Pode ser curado?
Este folheto contém informações sobre por que o MS é contratado, como ele evolui, e que novas terapias estão sendo usados ​​para tratar os sintomas e atrasar a sua progressão. Novos tratamentos podem reduzir a incapacidade a longo prazo para muitas pessoas com EM.
No entanto, ainda não há cura ou forma clara para evitar ficar a MS.

O que é a Esclerose Múltipla?

A esclerose múltipla (EM) é uma doença que afecta o neuroinflamatória * mielina , uma substância que forma membrana (denominada bainha de mielina) que envolve as fibras nervosas (axónios). Os axônios mielinizados são comumente chamados de matéria branca . Os pesquisadores também aprenderam que os danos MS o nervo corpos celulares, encontrados na matéria cinzenta do cérebro, bem como os axônios no cérebro, medula espinhal e nervo óptico (o nervo que transmite informações olho visual para o cérebro). À medida que a doença progride, reduz o córtex cerebral (atrofia cortical).
Termos de MS se referem a áreas distintas de tecido cicatricial (esclerose ou placas ) que estão na substância branca de pessoas com EM.
As placas podem ser tão pequenas como uma cabeça de alfinete, ou tão grande como uma bola de golfe.
Os médicos podem ver essas áreas, examinando o cérebro ea medula espinhal usando um tipo de exame cerebral que produz a ressonância magnética (MRI).
Apesar de às vezes causar incapacidade grave MS raramente é fatal ea maioria das pessoas com esclerose múltipla têm uma expectativa de vida normal.
* As palavras em itálico aparecem no glossário no final deste documento.

Que placas são feitas e por que elas se desenvolvem?

As placas ou lesões são o resultado de inflamação no cérebro que faz com que as células do sistema imune para atacar a mielina. A bainha de mielina que ajuda a velocidade de impulsos nervosos que viajam dentro do sistema nervoso.
Os axónios também são danificados no MS, embora não tão grande, ou como no início da doença, tal como a mielina.
Sob circunstâncias normais, as células do sistema imunitário deslocações de e para o cérebro patrulha de agentes infecciosos (vírus, por exemplo) ou as células doentes. Esta é a função de "monitorização" do sistema imune.
Células de vigilância não vai tomar medidas a menos que reconhecem a um agente infeccioso ou células doentes. Quando o fazem, eles produzem substâncias para parar o agente infeccioso. Se for encontrado células doentes matar diretamente ou limpar a área morrendo e produzem substâncias que promovem a cura e reparação das células restantes.
Os pesquisadores observaram que as células imunes se comportam de maneira diferente nos cérebros de pessoas com EM.
Torne-se ativa e atacar o que parece ser a mielina saudável. Não está claro o que desencadeia o ataque. A esclerose múltipla é uma de muitas desordens doenças auto-imunes tais como artrite reumatóide e lúpus, em que o sistema imunitário ataca erroneamente tecido saudável ao contrário do que executar o seu papel normal de ataque invasores estranhos, tais como vírus e bactérias. Seja qual for a razão, durante estes períodos de actividade do sistema imunitário, a maior parte da área afectada dentro da mielina é danificada ou destruída.
Axónios também podem ser danificados. Os sintomas da MS depender da gravidade da resposta imune, assim como da localização e extensão das placas, que ocorrem principalmente no tronco cerebral, cerebelo, espinal medula, nervos ópticos e a substância branca do cérebro em volta ventrículos cerebrais (espaços cheios de líquido dentro do cérebro).

Quais são os sinais e sintomas da EM?

Sintomas de EM geralmente começam em um a vários dias, mas, em algumas formas, pode manifestar-se de forma mais lenta. Eles podem ser leves ou graves e podem desaparecer rapidamente ou durar meses. Às vezes, os sintomas iniciais de MS são ignorados porque eles desaparecem em um dia e voltar à operação normal. Como os sintomas vêm e vão na maioria das pessoas com EM, a presença de sintomas é chamado de ataque ou, em termos médicos,   exacerbação . A recuperação de sintomas conhecidos como remissão, enquanto o retorno de sintomas é chamado uma recaída.Portanto, esta forma de EM denominada EM recorrente-remitente com , em contraste com a forma de desenvolvimento mais lento chamado MS progressiva primária. A MS progressiva também pode ser uma segunda etapa de doença anos após recidivante-remitente sintomas.
Muitas vezes, o diagnóstico de MS está atrasada porque partes do MS sintomas com outras doenças e condições neurológicas.
Muitas vezes os primeiros sintomas de MS incluem:
  • problemas de visão, como visão turva ou dupla ou neurite óptica , o que causa dor ocular e perda rápida da visão.
  • músculos rígidos espasmos musculares fracos e muitas vezes dolorosa.
  • formigueiro ou dormência nos braços, pernas e tronco do corpo ou rosto.
  • imperícia, particularmente com dificuldade em manter o equilíbrio ao caminhar.
  • problemas de controlo da bexiga, ou a incapacidade de controlar a bexiga ou urgência.
  • tontura que não vai embora.
A MS pode também causar sintomas retardada, tais como:
  • fadiga sintomas físicos ou mentais que acompanham mais cedo durante um ataque.
  • mudanças de humor, como depressão ou euforia.
  • mudanças na capacidade de concentração ou multitarefa efetivamente fazer ambos.
  • dificuldade em tomar decisões, planejamento e priorização de trabalho ou na vida privada.
Algumas pessoas com contrato de MS mielite transversa , uma condição causada por uma inflamação na medula espinhal. Isto causa uma perda de mielite transversa função da medula espinal ao longo de um período de tempo que dura de várias horas a várias semanas. Geralmente começa com o aparecimento súbito de dor nas costas, fraqueza muscular, ou sensações anormais nos dedos das mãos e dos pés, e pode rapidamente evoluir para sintomas mais graves, incluindo paralisia. Na maioria dos casos, a mielite transversa, as pessoas a recuperar pelo menos uma parte da função de dentro das primeiras 12 semanas após o início do ataque.
A maioria das pessoas com EM têm fraqueza muscular, muitas vezes nas mãos e pernas.
Mielite transversa também podem ser causadas por infecções virais, malformações arteriovenosas, ou problemas não relacionados MS neuroinflamatória. Em tais casos, há placas no cérebro de MS sugerem ataques anteriores.
NMO é uma desordem associada com mielite transversa, como com a inflamação do nervo óptico. As pessoas com esta desordem têm geralmente os anticorpos contra uma proteína particular, na medula espinhal, chamado canal aquaporina. Essas pessoas respondem de forma diferente ao tratamento que a maioria das pessoas com EM.
A maioria das pessoas com EM têm fraqueza muscular, geralmente nas mãos e pernas. A rigidez e espasmo muscular pode também ser um problema. Estes sintomas podem ser graves o suficiente para afetar a pé ou em pé.
Em alguns casos, a MS executa a paralisia parcial ou completa. Muitas pessoas com EM achar que fraqueza e fadiga são piores quando têm febre ou quando exposto ao calor. Exacerbações de EM pode ocorrer após infecções comuns.
O formigamento e sensação de queimadura são comuns, assim como a dormência, oposto e perda de sensação.
Mover o pescoço de lado a lado ou em frente e dobre-o para trás pode causar "sinal de Lhermitte," uma característica da sensação de MS que se sente como uma eletricidade pico agudo que vai até a coluna vertebral.
Embora a dor que raro é o primeiro sinal da doença, muitas vezes a dor ocorre com neurite óptica e neuralgia do trigêmeo, um distúrbio neurológico que afeta um dos nervos que percorrem o maxilar bochecha e rosto.
Espasmos dolorosos dos membros e dor aguda, que viaja para baixo das pernas ou ao redor do abdômen também pode ser sintomas de MS.
A maioria dos doentes com EM dificuldade experiência com o equilíbrio e coordenação em qualquer altura durante o curso da doença. Alguns podem ter agitação contínua da cabeça, membros e do corpo, especialmente durante o movimento, embora seja tremor Afecções mais comuns, tais como a doença de Parkinson.
A fadiga é comum, especialmente durante as exacerbações de MS. Uma pessoa com o MS pode estar cansado o tempo todo ou facilmente fatigado pelo esforço físico ou mental.
Os sintomas urinários, incluindo a perda de controle da bexiga e ataques súbitos de emergência são comuns como MS evolui. Às vezes as pessoas com EM têm constipação ou problemas sexuais.
A depressão é uma característica comum de MS. Um pequeno número de pessoas com EM podem ter mais graves distúrbios psiquiátricos, como transtorno bipolar e paranóia, ou inapropriados episódios experiência exultantes, conhecido como euforia.
Pessoas com esclerose múltipla, especialmente aqueles que tinham a doença por um longo tempo, pode ter dificuldade em pensar, aprender, memória e julgamento.
Os primeiros sinais de que os médicos chamam de disfunção cognitiva pode ser sutil. A pessoa pode ter dificuldade em encontrar a palavra certa para dizer, ou dificuldade de lembrar como fazer as tarefas de rotina no trabalho ou em casa. Decisões cotidianas já tomadas agora facilmente tornar-se mais lento e mostrando o julgamento pobre. As mudanças podem ser pequenas ou ocorrer tão lentamente que exigem um parente ou um ponto de amigo.

Quantas pessoas sofrem de MS?

Ninguém sabe exatamente quantas pessoas têm MS. Os especialistas acreditam que existem atualmente 250.000 a 350.000 pessoas nos Estados Unidos diagnosticadas com EM. Esta estimativa sugere que a cada semana cerca de 200 novos casos diagnosticados. Estudos de prevalência (proporção de indivíduos em uma população com uma determinada doença) em MS indicam que a taxa da doença tem aumentado de forma constante ao longo do século XX.
Como a maioria das doenças auto-imunes, as mulheres duas vezes mais afetadas pelo MS é comparado com os homens. O MS é mais comum em climas mais frios. As pessoas de ascendência europeia do Norte parecem estar em maior risco de desenvolver a doença, independentemente de onde eles vivem. Índios americanos do Norte e do Sul, bem como populações asiáticas americanos têm taxas relativamente baixas de MS.

O que causa a EM?

A principal causa da EM é mielina danos, as fibras nervosas e os neurónios no cérebro e na medula espinal, os quais fazem parte do sistema nervoso central (SNC). Mas como isso acontece, e por isso, são perguntas que os pesquisadores desafio. A evidência parece mostrar que a EM é uma doença causada por vulnerabilidade genética combinada com fatores ambientais.
Embora não haja dúvida de que o sistema imunológico contribui para a destruição do tecido cerebral e da medula espinhal em MS, não totalmente compreendida a finalidade exata dos ataques do sistema imunológico e as células do sistema imunológico que causam destruição.
Os investigadores têm várias explicações possíveis para o que pode estar acontecendo. O sistema imunitário pode ser:
  • combater qualquer tipo de agente infeccioso (e.g., um virus) que tem componentes que imitam componentes cerebrais (mimetismo molecular)
  • destruindo os neurônios, porque eles estão mal
  • incorretamente identificar neurônios normais como estrangeiro
A explicação última possibilidade tem sido favorecida por muitos anos. Estudos recentes sugerem que as duas primeiras actividades podem também desempenhar um papel no desenvolvimento da EM.
Existe uma barreira especial, chamado barreira sangue-cérebro , o qual separa o cérebro ea medula espinal do sistema imunitário. Se a barreira é quebrada, expõe o sistema imune para o cérebro primeiro. Quando isso acontece, o sistema imunológico pode interpretar mal o cérebro como "estranho".

Susceptibilidade genética

Suscetibilidade a MS pode ser herdada. Estudos indicam que os parentes da família de uma pessoa com EM têm um risco maior de contrair a doença. Especialistas estimam que cerca de 15 por cento das pessoas com EM têm um ou mais membros da família que têm MS. Mas mesmo os gêmeos idênticos, cujo DNA é exatamente o mesmo, têm apenas 1 em 3 chances de desenvolver qualquer doença.
Isto sugere que o MS não é inteiramente controlado pelos genes, outros fatores devem participar.
A pesquisa atual sugere que dezenas de genes e possivelmente centenas de variações do código genético (chamado de variantes genéticas) são combinados para criar vulnerabilidades no MS. Alguns destes genes foram identificados. A maioria dos genes identificados até à data estão associados a funções imunes. Além disso, muitos dos genes conhecidos são semelhantes aos que foram identificados em pessoas com outras doenças auto-imunes, tais como diabetes do tipo 1, artrite reumatóide ou lúpus.
Os investigadores continuam a procurar por genes adicionais para estudar como eles interagem uns com os outros para fazer uma pessoa vulnerável a ficar MS.
Menos luz solar e vitamina D
Uma série de estudos têm sugerido que as pessoas que passam mais tempo no sol e aqueles com níveis relativamente altos de vitamina D são menos propensos a desenvolver a doença. A luz solar brilhante ajuda a pele humana para produzir vitamina D. Os investigadores acreditam que a vitamina D pode ajudar a regular o sistema imunitário de forma a reduzir o risco de MS. Pessoas em regiões próximas ao Equador, onde a luz solar brilhante muitos geralmente têm um risco muito menor de desenvolver esclerose múltipla do que em áreas temperadas, como os Estados Unidos e Canadá.
Outros estudos sugerem que pessoas com níveis mais altos de vitamina D têm geralmente menos grave e MS menos recaídas.
Fumar
Uma série de estudos têm sugerido que as pessoas que passam mais tempo no sol e aqueles com níveis relativamente altos de vitamina D são menos propensos a desenvolver a doença. A luz solar brilhante ajuda a pele humana para produzir vitamina D. Os investigadores acreditam que a vitamina D pode ajudar a regular o sistema imunitário de forma a reduzir o risco de MS. Pessoas em regiões próximas ao Equador, onde a luz solar brilhante muitos geralmente têm um risco muito menor de desenvolver esclerose múltipla do que em áreas temperadas, como os Estados Unidos e Canadá.
Outros estudos sugerem que pessoas com níveis mais altos de vitamina D têm geralmente menos grave e MS menos recaídas.
Fatores e vírus infecciosos
Encontrou-se uma série de vírus em pessoas com esclerose múltipla, mas os vírus mais uniformemente ligados ao desenvolvimento da EM é o vírus Epstein Barr (EBV), o vírus que causa mononucleose.
Apenas cerca de 5 por cento da população já foi infectada com EBV. Essas pessoas estão em menor risco de MS do que os infectados. As pessoas que estão infectadas com EBV durante a adolescência ou na idade adulta e, portanto, desenvolveu uma resposta exagerada a EBV estão em risco significativamente maior de desenvolver a doença do que aqueles que foram infectadas na infância.
Isto sugere que pode ser o tipo de resposta imune ao EBV, que podem causar MS, ao invés de infecção por EBV em si. No entanto, não há nenhuma evidência de que o EBV provoca MS.
Inflamatórias e auto-imunes
Inflamação do tecido e do sangue de anticorpos que combatem as componentes normais do corpo e os tecidos em pessoas com esclerose múltipla são semelhantes aos encontrados em outras doenças auto-imunes. Junto com a evidência de sobreposição de estudos genéticos, estes resultados sugerem que o MS é causada por algum tipo de perturbação regulação imune.

Como o MS é diagnosticada?

Nenhum teste usado para diagnosticar MS. Os médicos usam uma série de exames para descartar ou confirmar o diagnóstico. Há muitas outras condições que podem mimetizar MS.
Algumas destas doenças podem ser curadas outros, enquanto outros requerem diferentes tratamentos que os utilizados para a MS. Por isso, é muito importante fazer uma investigação minuciosa antes de fazer um diagnóstico.
Além de uma história médica completa, exame físico e exame neurológico detalhado, um médico vai pedir uma ressonância magnética da cabeça e da coluna para ver a característica lesões de MS.
A ressonância magnética é usada para a imagem do cérebro e / ou medula espinhal. Após a injeção de um corante especial ou o contraste em uma veia e repetir a ressonância magnética.
Em regiões com inflamação activa na EM, existe uma interrupção da barreira sangue-cérebro e do corante no interior da lesão do gotejamento MS activa.
Os médicos podem também aplicar de potencial evocado, que utiliza eléctrodos sobre a pele e sem dor de sinais eléctricos para medir rápida e precisamente como o sistema nervoso responde à estimulação. Eles podem também requerer uma punção lombar para obter uma amostra de fluido cerebrospinal . Isto permite-lhes procurar proteínas e células inflamatórias associadas com a doença e descartar outras doenças que podem aparecer semelhante ao MS, incluindo algumas infecções e outras doenças.
A MS é confirmada quando os sinais positivos são a doença em diferentes partes do sistema nervoso, em uma gama de mais do que uma vez e não há nenhum diagnóstico alternativo.

O que é o curso da MS?

O curso da EM é diferente para cada pessoa, tornando-o difícil de prever. Para a maioria das pessoas, começa com um primeiro ataque, geralmente (mas nem sempre), seguido por uma recuperação completa ou quase completa.
Semanas, meses ou mesmo anos podem passar antes de um outro ataque ocorre, seguido novamente por um período de alívio dos sintomas. Este padrão característico é chamado MS reincidente-remitente.
A progressiva primária EM é caracterizada por uma progressiva deterioração física sem remissão significativa, embora possa haver um alívio temporário ou sintomas leves. Este tipo de MS tem um início tardio, geralmente após os 40 anos, e é mais comum em homens como em mulheres.
A MS progressiva secundária inicia-se com um curso recorrente-remitente, seguidos de um curso primário subsequente progressivo. A maioria das pessoas com esclerose múltipla recidivante-remitente a secundária progressiva encolher grave se não tratada.
Finalmente, existem algumas variantes raras e incomuns de MS. Uma delas é a variante de Marburg MS (também chamado MS malignos), o que provoca uma deterioração rápida e incapacidade produtora implacável significativa ou mesmo a morte logo após o início da doença. Esclerose concêntrica de Balo, que produz anéis concêntricos de desmielinização, que pode ser visto na MRI, é uma outra variante de MS que pode evoluir rapidamente.
Determinar o tipo de esclerose múltipla é particularmente importante uma vez que foi demonstrado que a doença modificando drogas são benéficas apenas em tipos de correntes de EM recorrente-remitente.

O que é uma exacerbação ou ataque de MS?

Uma chama-também chamado de recaídas flare, ou ataque, é um súbito agravamento de sintomas de EM, ou o aparecimento de novos sintomas com duração mínima de 24 horas. Pensa-se que as recidivas de EM estão associados com o desenvolvimento de novas áreas de danos no cérebro.
Exacerbações são características de MS reincidente-remitente.
Um ataque pode ser leve ou os seus sintomas podem ser graves o suficiente para interferir significativamente com as atividades da vida diária. A maioria das exacerbações com duração de vários dias a várias semanas, embora seja sabido que alguns duraram meses.
Quando ataque sintomas diminuem, diz-se que uma pessoa com o MS está em remissão.
No entanto, os dados de ressonância magnética mostraram que este é um pouco enganador, pois as lesões MS continuam a aparecer durante estes períodos de remissão.
As pessoas não apresentam sintomas durante a remissão, porque a inflamação não pode ser grave ou pode ocorrer em áreas do cérebro que produzem sem sintomas evidentes. A pesquisa sugere que apenas 1 em cada 10 lesões de MS é percebida pela pessoa com MS.
Assim, o exame MRI desempenha um papel importante no estabelecimento de um diagnóstico de EM, para decidir quando para tratar a doença, e para determinar se os tratamentos estão a funcionar eficazmente ou não. É também uma ferramenta útil para testar se uma nova terapia experimental é eficaz em reduzir as exacerbações.

Existem tratamentos para o MS?

Ainda não há cura para a esclerose múltipla, mas os tratamentos para as iniciais de ataque, medicamentos e terapias para melhorar os sintomas, e os medicamentos recentemente desenvolvidas para atrasar a progressão da doença. Estas novas drogas têm sido mostrados para reduzir o número e gravidade dos surtos e atrasar a evolução a longo prazo da EM.

Tratamentos para ataques

O tratamento habitual de um ataque inicial de MS é para injectar as doses elevadas de um esteróide, tal como metilprednisolona, ​​por via intravenosa (numa veia) ao longo de 3-5 dias. Por vezes, pode ser seguida por doses gradualmente diminuídos de esteróides orais.
Esteróides intravenosos rapidamente e com força suprimir o sistema imunológico e reduzir a inflamação. Estudos clínicos têm demonstrado que as drogas acelerar a recuperação.
A Academia Americana de Neurologia recomenda usar a troca de plasma como um tratamento secundário para erupções graves em formas reincidentes de MS quando a pessoa não tem uma boa resposta à metilprednisolona. Troca de plasma, também conhecido como p lasmaféresis , envolve a remoção do sangue a partir do corpo e a remoção de componentes do sangue do plasma que se pensa ser prejudicial. O plasma sanguíneo restante sobre a substituição torna-se transfundir o corpo.Demonstrou-se que este tratamento é eficaz na secundária progressiva ou crónica progressiva.

Tratamentos para ajudar a reduzir a progressão da doença e atividade

Durante os últimos 20 anos, os investigadores têm feito grandes avanços no tratamento de MS devido a novos conhecimentos sobre o sistema imunitário e a capacidade de utilizar MRI para monitorar MS em pessoas com a doença. Como resultado, verificou-se que um certo número de terapias médicas reduz recaída em pessoas com EM recorrente-remitente. Estes medicamentos são chamados de drogas modificadoras da doença.
Pesquisadores têm feito grandes progressos no tratamento do MS nos últimos 20 anos
Há um debate entre os médicos sobre a possibilidade de começar com drogas modificadoras da doença, ao primeiro sinal de MS ou esperar até o curso da doença é melhor definida. Por um lado, as drogas aprovadas pela os EUA Food and Drug (FDA) para o tratamento de trabalho de MS mais cedo no decurso da doença e funcionar mal, se de todo, na fase tardia da doença progressiva. Estudos clínicos têm demonstrado de forma convincente que atrasar o tratamento, mesmo no ano ou dois que podem levar as pessoas com EM têm um segundo ataque clínica pode levar a um aumento irreversível na deficiência. Além disso, as pessoas que começam o tratamento após seu primeiro ataque ter lesões cerebrais e menos recaídas menos ao longo do tempo.
Além disso, o início do tratamento em pessoas com um único ataque e não há sinais de lesões anteriores MS antes de MS é diagnosticada, apresenta riscos, porque todos os medicamentos aprovados pelo FDA para o tratamento de MS estão associados com alguns efeitos colaterais.Portanto, a melhor estratégia é a de fazer um estudo detalhado de diagnóstico, no momento do primeiro ataque da doença. O estudo deve excluir todas as outras doenças que podem simular MS para o diagnóstico pode ser determinado com alta probabilidade. Os testes de diagnóstico pode incluir uma avaliação do líquido cefalorraquidiano e exames de ressonância magnética repetidas. Se tal estudo detalhado não poderia confirmar o diagnóstico de SM, com certeza, pode ser prudente esperar antes de iniciar o tratamento. No entanto, cada pessoa deve ser uma avaliação de acompanhamento programado pelo seu neurologista / a 6-12 meses após a avaliação inicial de diagnóstico, até mesmo na ausência de qualquer novo ataque da doença.
Idealmente, esta avaliação deve incluir uma ressonância magnética para ver se eles desenvolveram novas lesões MS sem causar sintomas.
Até recentemente, parecia que uma minoria de pessoas com esclerose múltipla com doença muito suave ou "benigna" e nunca iria piorar ou desativado. Este grupo torna-se 10 a 20 porcento dos pacientes com EM. Os médicos estavam preocupados em expor esses pacientes como benigna aos efeitos colaterais dos medicamentos para MS. No entanto, dados recentes do acompanhamento a longo prazo desses pacientes indica que depois de 10 a 20 anos, alguns desses pacientes foram desativados. Assim, a evidência atual suporta a discussão do início precoce do tratamento em todos os doentes com EM, desde que o diagnóstico de SM foi cuidadosamente pesquisado e confirmado. Há um pequeno grupo adicional de pessoas (cerca de 1 por cento), cujo curso de evoluir tão rapidamente que necessitam de tratamento e talvez até mesmo experimental.
As terapias correntes aprovadas pela FDA para o MS são fornecidas para modulação ou suprimir as reacções inflamatórias da doença. Eles são mais eficazes em remitente-recorrente nas fases iniciais da doença. Estes tratamentos incluem drogas injectáveis ​​de interferão beta. O i nterferones são moléculas sinalizadoras que regulam as células imunológicas. Potenciais efeitos colaterais de medicamentos de interferon beta incluem sintomas de gripe, como febre, calafrios, dores musculares e fadiga, que geralmente desaparecem com a continuação do tratamento. Algumas pessoas vão notar uma redução na eficácia da droga após 18-24 meses de tratamento devido ao desenvolvimento de anticorpos que neutralizam a eficácia dos medicamentos. Se você tem crises ou piora dos sintomas, os médicos podem mudar para o tratamento de drogas alternativa.
Acetato de glatirâmer é uma outra droga usada para MS imunomodulador injetável. Não é totalmente claro como exatamente, mas a pesquisa mostrou que as mudanças no equilíbrio de células do sistema imunológico do corpo.
Os efeitos secundários do acetato de glatirâmer geralmente são leves, mas podem causar reações na pele e reações alérgicas. Só é aprovado para formas reincidentes de MS.
A mitoxantrona droga, que é administrado por via intravenosa, quatro vezes por ano, tem sido especialmente graves formas aprovadas para remitente-recorrente e secundária progressiva. Tem sido associada com o desenvolvimento de certos tipos de cancros do sangue em até 1 por cento de pessoas, assim como com danos no coração. Mitoxantrona deve ser usado como um último recurso no tratamento de pessoas com uma forma de EM que leva à rápida perda de função e para os quais os outros tratamentos não conseguiram impedir a doença.
Obras natalizumab, impedindo as células do sistema imunitário para entrar no cérebro e medula espinhal. É administrado por via intravenosa, uma vez por mês. É uma droga muito eficaz para muitas pessoas, mas está associada a um aumento do risco de morte por infecção viral do cérebro chamada leucoencefalopatia multifocal progressiva (PML). As pessoas que recebem natalizumab devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de PML, que incluem alterações na visão, fala, equilíbrio e que não se referem como um ataque MS. Portanto, natalizumab é geralmente recomendado apenas para as pessoas que não tenham respondido adequadamente a outras terapias aprovadas para MS ou que são incapazes de tolerá-los. Outros efeitos colaterais do tratamento com natalizumab incluem reações alérgicas e hipersensibilidade.
Em 2010, o FDA aprovou fingolimod, a primeira droga para MS que pode ser tomada como uma pílula por via oral para o tratamento de formas reincidentes de MS. A droga impede que as células brancas do sangue chamadas linfócitos deixar o nó de linfa e entrar o cabo de cérebro, sangue e medula. A diminuição do número de linfócitos no sangue pode levar as pessoas a tomar fingolimod mais susceptível a infecções. A droga também pode causar problemas oculares, pressão arterial e freqüência cardíaca. Devido a isso, o medicamento deve ser administrado em um médico pela primeira vez e o médico deve avaliar a visão e pressão sanguínea do paciente durante o exame inicial de seguimento. É desconhecida a freqüência exata de efeitos colaterais raros (como infecções graves) de fingolimod.
Medicamentos modificadores da doença
Marcas Nome genérico
Avonex Interferon beta-1a
Betaseron interferão beta-1b
Rebif interferon beta-1a
Copaxone acetato de glatirâmer
Tysabri natalizumab
Mitoxantrona Novantrone
Gilenya fingolimod

Como os médicos tratam os sintomas da esclerose múltipla?

O MS causa uma variedade de sintomas que podem interferir com as atividades diárias, mas geralmente pode ser tratada ou controlada para reduzir o seu impacto. Muitos destes problemas são melhor tratados por neurologistas que têm formação avançada no tratamento da esclerose múltipla e pode prescrever medicamentos para tratar problemas específicos.
Problemas de visão
Problemas nos olhos e visão são comuns em pessoas com EM, mas raramente causam cegueira permanente.
A inflamação do nervo óptico ou danos na mielina que cobre o nervo óptico e as fibras nervosas que podem causar uma série de sintomas, incluindo visão turva ou cegueira, cinzento de um olho, perda de visão de cores normal, problemas de percepção profundidade, ou uma mancha escura no centro do campo visual (escotoma).
Os movimentos oculares horizontais e verticais movimentos descontrolados (nistagmo) e "visão jumping" (opsoclonus) são comuns em MS, e pode ser leve ou grave o suficiente para prejudicar a visão.
Visão dupla (diplopia) ocorre quando ambos os olhos não estão perfeitamente alinhados. Isto geralmente ocorre na MS, quando um par de músculos que controla o movimento do olho específica não é coordenado por fraqueza em um ou ambos os músculos. Visão dupla pode aumentar com a fadiga ou como resultado da leitura de gastar muito tempo ou no computador. Pode ser útil para descansar os olhos regularmente.
Os músculos fracos, rigidez muscular, espasmos musculares dolorosos e reflexões fracas
Fraqueza muscular é comum em MS, juntamente com a mensagem de spasticidad muscular. A espasticidade se refere aos músculos que são rígidas ou ter espasmos sem aviso prévio.
Espasticidade em MS pode ser tão leve como uma sensação de aperto nos músculos ou graves o suficiente para causar espasmos dolorosos e descontroladas. Ela também pode causar dor ou aperto nas articulações e em torno deles. É muitas vezes afeta a marcha, reduzindo a flexibilidade normal ou "rejeição" envolvida na tomada de passos.
Espasticidade leve pode ser controlada com sucesso por alongamento e exercício muscular com terapia aquática, yoga, ou programas de fisioterapia.
A terapia física é também útil para prevenir contraturas (quando os músculos se contraem e encurtar) manter os músculos aquecido e pronto para esticar. Se necessário, medicamentos, tais como a gabapentina ou baclofen pode reduzir a espasticidade. Em doses elevadas, estas drogas podem causar torpor, por isso, é importante que os médicos que tratam indicar a dosagem apropriada.
É muito importante que as pessoas com EM são fisicamente ativos. A inatividade física pode contribuir para a rigidez, fraqueza, dor, dificuldade para dormir, fadiga, problemas cognitivos, depressão e desenvolvimento de contraturas. Andar a pé, alongamento, natação, ioga e outras atividades de baixo nível, realizada durante 10 a 20 minutos 1-3 vezes por dia, têm um efeito benéfico sobre o bem-estar das pessoas com EM
Tremor
Às vezes as pessoas com EM têm um tremor, ou tremor incontrolável, muitas vezes desencadeada pelo movimento.
O tremor pode ser muito incapacitante. Às vezes úteis dispositivos de apoio e pesos ligados aos membros de pessoas com tremor. Eles podem também ser úteis no DBS e medicamentos, tais como clonazepam.
Problemas com caminhada e equilíbrio
Muitas pessoas com dificuldade de locomoção MS experiência. Na verdade, estudos mostram que metade das pessoas com MS reincidente-remitente precisar de alguma ajuda para caminhar, 15 anos após o diagnóstico, se não tratada. O problema mais comum para as pessoas que estão caminhando com
MS é o ataxia - instáveis, movimentos descoordenados, devido a danos em áreas do cérebro que coordenam o movimento dos músculos. As pessoas com ataxia grave geralmente se beneficiam do uso de uma bengala, andador, ou outro dispositivo auxiliar. A terapia física pode também reduzir curta problemas em muitos casos.
Em 2010, o FDA aprovou o medicamento para melhorar dalfampridine andando em pessoas com EM. É a primeira droga aprovada para este uso. Estudos clínicos mostraram que pessoas tratadas com dalfampridine tinha corrido velocidades mais rápidas do que aqueles tratados com um placebo.
Fadiga
A fadiga é um sintoma comum de MS e pode ser física (por exemplo, a fadiga das pernas) e psicológico (devido a depressão). Provavelmente os mais importantes passos que você pode tomar as pessoas com MS para combater a fadiga física devem evitar excesso de atividade e ficar longe do calor, o que muitas vezes agrava os sintomas da esclerose múltipla. Além disso, programas de atividade física diária leve a moderada pode reduzir significativamente a fadiga. Um antidepressivo pode ser prescrito como fluoxetina se a depressão é causada por fadiga. Outros medicamentos que podem reduzir a fadiga em algumas pessoas incluem amantadina e modafinil.
A fadiga pode ser reduzida se a pessoa recebe terapia ocupacional para simplificar as tarefas e / ou fisioterapia para aprender a andar, a fim de economizar energia física ou alavancar um dispositivo de assistência. Algumas pessoas beneficiam gestão do stress programas, treinamento de relaxamento, associado a um grupo de apoio MS, ou psicoterapia individual. Ela também pode ajudar a tratar problemas de sono e sintomas de MS que interferem com o sono (como músculos espásticos).
Dor
Pessoas com EM podem experimentar vários tipos de dor durante o curso da doença.
A neuralgia do trigêmeo é uma dor aguda, apunhalando facial causada pelo MS que afeta o nervo trigêmeo para o cérebro-tronco para fora a caminho da mandíbula e bochecha. Pode ser tratado com anticonvulsivantes e anti-espasmódicos, injecções de álcool ou cirurgia.
Ocasionalmente, os indivíduos com esclerose múltipla têm dor central, uma síndrome causada por danos ao cérebro e / ou medula espinhal. Medicamentos, como a gabapentina e nortriptilina por vezes, ajudar a reduzir a dor central.
Queimadura, formigueiro e picadas (comumente chamado de "alfinetadas") são sensações que ocorrem na ausência de estimulação. O termo médico para eles é disestesia . Elas são muitas vezes crônica e difícil de tratar.
A dor musculoesquelética ou problemas crônicos podem ser causados ​​por andar ou usar dispositivos de assistência incorretamente. Os tratamentos podem incluir calor, ultra-som massagem e fisioterapia para corrigir a postura inadequada e fortalecer e alongar os músculos.
Problemas com o controle da bexiga e prisão de ventre
Problemas comuns de controle da bexiga com as pessoas com EM têm freqüência urinária, urgência, ou perda de controle da bexiga.
A espasticidade mesmo que provoca espasmos nas pernas também pode afetar a bexiga. Um pequeno número de pessoas terão o problema oposto, retenção de grandes quantidades de urina. Urologistas pode ajudar no tratamento de problemas relacionados com a bexiga. Ela tem uma série de tratamentos médicos. A obstipação é também comum e pode ser tratada com uma dieta rica em fibras, laxantes e outras medidas.
Problemas Sexuais
Pessoas com esclerose múltipla têm muitas vezes problemas sexuais. A excitação sexual começa em
sistema nervoso central, quando o cérebro envia mensagens para os órgãos sexuais por nervos que passam através da medula espinal. Se o MS danifica estas vias nervosas, a resposta sexual podem ser diretamente afetados. Os problemas sexuais podem também resultar de sintomas de esclerose múltipla, tais como fadiga, músculos contraídos ou espástica, e fatores psicológicos relacionados à baixa auto-estima ou depressão.
Alguns destes problemas podem ser corrigidos com medicação. Aconselhamento psicológico também pode ser útil.

Depressão

Estudos indicam que a depressão clínica é mais comum entre pessoas com EM do que na população geral ou em pessoas com doenças crônicas e incapacitantes muitos outros. A MS pode causar depressão como parte do processo de doença, a danificar as fibras e de mielina do nervo no interior do cérebro. Se as placas são em partes do cérebro que estão envolvidas no controle de expressão emocional e pode ocorrer numa variedade de alterações comportamentais, incluindo a depressão.
A depressão pode intensificar os sintomas de fadiga, dor e disfunção sexual. Principalmente tratados com inibidores de medicamentos antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), que são susceptíveis de causar menos fadiga em comparação com outros antidepressivos

Inapropriado rir ou chorar

Às vezes, MS está associada com uma condição chamada de afeto pseudobulbar que causa involuntários expressões inadequadas de risos, lágrimas ou raiva. Muitas vezes, estes termos não estão relacionados com o clima, por exemplo, a pessoa pode chorar quando, na verdade, ela está muito feliz, ou rir quando não particularmente feliz. Em 2010, a FDA aprovou o primeiro tratamento específico para pseudobulbar efeito, a combinação de drogas a dextrometorfano e quinidina. A condição pode também ser tratado com medicamentos tais como a amitriptilina ou citalopram.

Alterações cognitivas

Meia a três quartos das pessoas com EM têm disfunção cognitiva, que é uma frase médicos usam para descrever uma deterioração na capacidade de pensar com clareza e de forma rápida e fácil de lembrar. Estas alterações cognitivas pode ocorrer enquanto os sintomas físicos ou pode desenvolver-se gradualmente ao longo do tempo.
Algumas pessoas com EM podem se sentir como eles pensam mais devagar, são facilmente distraídos, têm dificuldade de lembrar, ou estão perdendo o seu jeito com as palavras. A palavra direita parece ser sobre a ponta da língua.
Alguns especialistas acreditam que é mais provável que seja um comprometimento cognitivo do que danos físicos, faz com que as pessoas com EM, eventualmente, retirar-se da força de trabalho. Ele tem desenvolvido uma série de testes neuropsicológicos para avaliar o estado cognitivo de pessoas com EM. Com base nos resultados destes testes, neuropsicólogo pode determinar o escopo dos pontos fortes e fracos em diferentes áreas cognitivas. Drogas, tais como donepezil, que é normalmente utilizada na doença de Alzheimer, pode ser útil em alguns casos.

Terapias complementares e alternativas

Muitas pessoas com EM usar alguma forma de medicina complementar ou alternativa. Estas terapias vêm de diversas disciplinas, culturas e tradições e incluir essas diversas técnicas, como acupuntura, aromaterapia, medicina ayurvédica, terapias energéticas e de toque, movimento disciplinas físicas, como ioga e tai chi, suplementos de ervas e biofeedback.
Devido ao risco de interações entre terapias alternativas e mais convencionais, as pessoas com EM deve discutir todas as terapias que utilizam para o seu médico, especialmente suplementos de ervas.Embora suplementos de ervas são considerados "naturais", são ingredientes biologicamente ativos que podem ter efeitos nocivos se ou interagir negativamente com outros medicamentos.

O que a pesquisa está sendo feito?

O Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (NINDS), um componente do National Institutes of Health (NIH), é a pesquisa principal patrocinador Federal do cérebro e do sistema nervoso.O NINDS apoia a investigação e laboratórios no NIH e por meio de doações para as principais instituições médicas.
Ainda que os investigadores não foram capazes de identificar a causa da MS com certeza, tem havido um grande progresso em outras áreas de investigação MS, especialmente no desenvolvimento de novos tratamentos para prevenir a exacerbação da doença. Novas descobertas estão constantemente a mudar as opções de tratamento para pessoas com EM.
Alguns pesquisadores são caminhos promissores para a terapêutica e medicamentos que protegem as células de mielina danos ou ajudá-los a recuperar depois de um ataque. Interferindo com as células inflamatórias e as substâncias envolvidas no desenvolvimento de lesões de EM ou evitar que as células imunitárias de atravessar a barreira sangue-cérebro pode potencialmente prevenir um ataque.
Há muitos novos tratamentos que têm sido mostrados em estudos pequenos para evitar a formação de novas lesões de esclerose múltipla. Estes tratamentos estão sendo avaliadas em estudos clínicos envolvendo grande número de pacientes com EM. Estes incluem medicamentos injectáveis ​​como o rituximab, ocrelizumab, daclizumab, e medicamentos alemtuzumab e orais, tais como cladribina, laquinimod, teriflunomida e ácido fumárico.
Os NINDS também patrocina um ensaio clínico para determinar se a combinação de duas terapias, acetato de glatiramer e beta-interferão, é benéfico para a prevenção de recaídas.
Novos tratamentos estão constantemente a mudar as opções de tratamento para pessoas com EM.
Vários estudos têm demonstrado que a destruição do sistema imunitário após a quimioterapia e da haste de substituição de células imunes obtidas a partir do sangue do paciente pode interromper o desenvolvimento de novas lesões de EM. Este tratamento parece restaurar o sistema imune para atacar o cérebro mais. Esta estratégia está sendo testada em ensaios clínicos. Outros estudos investigando se são transplantadas células progenitoras derivadas de medula óssea, chamadas de células progenitoras mesenquimais podem ser úteis para a MS.
Um estudo de 2009 sugere que uma condição chamada de insuficiência venosa crônica cerebrospinal (CCSVI), que resulta da alteração das veias que conduzem do cérebro pode contribuir para os sintomas da EM. No entanto, estudos que explorem a ligação entre CCSVI e MS foram inconclusivos. Em 2012, a Food and Drug Administration de os EUA emitido um aviso de que os procedimentos para aliviar CCSVI têm sido associados a complicações graves, incluindo AVC danos nos nervos, crânio e morte.
Porque a cirurgia tem riscos e os benefícios potenciais é altamente incerto, os pacientes devem se submeter ao procedimento, como parte de um estudo clínico controlado de forma adequada com as devidas salvaguardas e avaliações de monitoramento.
Outros estudos estão tentando encontrar maneiras de parar a progressão da doença em pessoas com esclerose múltipla progressiva primária ou secundária progressiva, e para restaurar a função neurológica nesses indivíduos. Os pesquisadores estão investigando se os sintomas que não respondem a terapias imunomoduladoras aprovados pela FDA pode ser causada por problemas com as peças produtores de energia de células nervosas, chamadas mitocôndrias. Os pesquisadores também estão tentando desenvolver maneiras de ajudar os neurônios chamadas oligodendrócitos produzir mielina novo para reforçar ou reparar células danificadas do cérebro e da medula espinhal.
Algumas drogas experimentais podem proteger os neurónios da morte ou ajudar a produzir mielina novo em tubos de ensaio e em modelos animais. No entanto, a fim de avaliar estes fármacos como um potencial tratamento em seres humanos, os investigadores necessitam de indicadores precisos, ou biomarcadores, a fim de medir a quantidade de morte e reparação, incluindo a remielinização. Estes biomarcadores ajudar a mostrar se um tratamento experimental está funcionando como deveria. Como o número de opções de tratamento disponíveis para o MS continua a crescer, os pesquisadores também estão tentando identificar biomarcadores que podem ajudar os médicos a determinar se uma pessoa vai reagir bem ou não uma terapia particular, ou, idealmente, para escolher o tratamento ideal para cada pessoa com EM.
Outros estudos visam o desenvolvimento de uma melhor imagem para diagnosticar e avaliar medicamentos MS.
Alguns pesquisadores estão trabalhando para desenvolver melhores modelos animais que se assemelham a MS em humanos.
Modelos animais de partes disponíveis atualmente muitos dos mesmos mecanismos de doenças e sintomas da esclerose múltipla, mas não completamente imitar a doença. Isto significa que as drogas funcionam bem em modelos animais são muitas vezes menos bem sucedido em ensaios clínicos humanos. Tendo um modelo animal preciso reduzir o tempo e os custos de avaliação das terapias que possam ser provado que eles não são bem sucedidos no tratamento de doenças humanas.
A pesquisa, patrocinada NINDS está também a explorar os papéis de "susceptibilidade genética" Os genes que estão associados com um risco aumentado de MS.
Vários genes candidatos foram identificados e os investigadores estão a estudar o seu papel no sistema nervoso para descobrir como eles podem levar à obtenção MS. Esta informação pode ajudar a desenvolver drogas que atuam sobre esses genes (ou várias coleções de genes que trabalham juntos) que são especificamente afetadas em MS

Glossário

anticorpos- proteínas produzidas pelo sistema imunitário que se ligam a estruturas (antigénios) reconhecidas como estranhas ao corpo.
ataxia- uma condição na qual os músculos funcionam de uma forma coordenada.
desordem auto-imune de um distúrbio no qual o mau funcionamento do sistema de defesa do organismo e dos ataques da parte do corpo em si, em vez de um corpo estranho.
barreira sangue-cérebro, uma rede de vasos sanguíneos células estreitamente espaçadas que controla a passagem de substâncias a partir do sangue para o sistema nervoso central.
CSF- líquido incolor que circula em torno e através das cavidades do cérebro e da medula espinhal. Os médicos usam muitos testes para estudar anormalidades no LCR muitas vezes associados com o MS.
estimulação cerebral profunda terapia que utiliza um aparelho a pilha médica cirurgicamente implantado neuroestimulador chamado para enviar a estimulação elétrica para atingir áreas para controlar o movimento no cérebro, bloqueando os sinais nervosos anormais que causam sintomas de tremor e outro movimento.
desmielinização- dano à mielina por ataques recorrentes de inflamação. Desmielinização resulta finalmente cicatrizes do sistema nervoso, chamados de placas, que as comunicações de interrupção entre os nervos eo resto do corpo.
dysesthesias, sensações anormais, como
dormência, formigamento ou "alfinetadas".
exacerbação súbita piora dos sintomas ou aparecimento de novos sintomas com duração mínima de 24 horas.
fadiga cansaço que pode acompanhar a atividade ou persistir mesmo sem esforço.
a matéria cinzenta do cérebro, que contém as células nervosas e é cinzento.
imunossupressão- supressão das funções do sistema imune. Muitas drogas
investigação para o tratamento de MS são
imunossupressores.
interferons- moléculas de sinalização que regulam as células imunitárias.
lesões, mudanças anormais na estrutura de um órgão devido a doença ou lesão.
A ressonância magnética (RM) - uma técnica não invasiva que permite aos pesquisadores ver e gravar MS lesões à medida que evoluem.
Mielina gordos de revestimento que cobre as fibras nervosas de células no cérebro e medula espinhal de mielina facilita a velocidade de transmissão e de elevada facilidade de mensagens entre estes componentes do sistema nervoso central, electroquímica e o resto do corpo.
oligodendrócitos, células que produzem e mantêm a mielina.
neurite óptica, uma doença inflamatória do nervo óptico, que geralmente ocorre apenas em um olho e perda visual e, por vezes, causar cegueira. Geralmente temporária.
plasma, a parte líquida do sangue envolvido no controlo da infecção.
Plasmaferese, o processo de extracção e remoção de sangue a partir dos componentes do corpo de plasma sanguíneo são considerados prejudiciais antes da transfusão de sangue de volta para o corpo (também chamado de troca de plasma).
cartazes inflamação e desistências
desmielinização típico de MS que perturbam ou bloquear os sinais nervosos.
Com MS reincidente-remitente, a forma de EM em que um episódio de sintomas seguido por um período de recuperação antes de um outro ataque.
Espasticidade, espasmos musculares involuntários que levam à rigidez. Em MS, esta condição afeta principalmente os membros inferiores.
mielite transversa, uma aguda da medula espinal causando dor nas costas e fraqueza muscular súbita com sensações anormais sensoriais nas extremidades inferiores. Mielite transversa e, muitas vezes auto-limitada, mas casos graves pode levar à incapacidade permanente ou permanente.
branco-matéria fibras nervosas que são os sítios de muitas lesões de EM e de matéria cinzenta de ligação da antena no cérebro e na medula espinhal

Créditos

National Eye Institute
National Multiple Sclerosis Society
Instituto Nacional do Câncer
NIH
Dr. Daniel Reich, Ph.D., NINDS
William K. Geiger, NINDS
O Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (NINDS) gostaria de agradecer a colaboração do Capítulo da Capital Nacional (localizado em Washington, DC), da Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla por sua ajuda na obtenção da foto da capa .

Informações atuais

Em um esforço para atualizar os critérios utilizados por 20 anos para o diagnóstico de esclerose múltipla, a National MS Society (NMSS) organizou o Painel Internacional sobre o Diagnóstico de MS.As recomendações do painel foram publicados na edição de julho de 2001 Annals of Neurology (Annals of Neurology). MS Federação Internacional forneceu apoio adicional.
As recomendações apresentam o papel de várias ferramentas de diagnóstico, incluindo ressonância magnética (MRI), análise do líquido cefalorraquidiano ou testar respostas cefalorraquidiano e potenciais (ABR). Embora os novos critérios de classificação tornam-se mais objectiva da MS, ainda não existe um teste definitivo para o diagnóstico e permanece, pelo menos parcialmente subjectiva. Informações adicionais sobre os critérios revisados ​​no site NMSS: http://www.nationalmssociety.org/Research-2001May4-2.asp .
Onde eu posso encontrar mais informações? 
Para obter informações adicionais sobre os programas de investigação NINDS, contactar a Unidade de Recursos e Rede de Informação Neurological Institute (cérebro por sua sigla em Inglês) em:
CÉREBRO 
PO Box 5801 
Bethesda, MD 20824 
(800) 352-9424 http://www.ninds.nih.gov

 Organizações:


Câmara de Informação sobre Deficiência
Educação Especial e Reabilitação Comunicações Serviços e equipe de atendimento
550 12th Street, SW, Rm. 5133 
Washington, DC 20202-2550http://www.ed.gov/about/offices/list/osers Tel: 202-245-7307 202-205-5637 (TTD) Fax: 292 024 507 636
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Tremor Essencial Internacional Fundação
P.O. Box 14005 
Lenexa, KS 66285-4005 info@essentialtremor.orghttp://www.essentialtremor.org Tel: 913-341-3880 888-387-3667 Fax: 913-341-1296 Fornece informações educacionais, financia a pesquisa em distúrbios tremor , e oferece serviços e apoio para indivíduos com diagnóstico de tremor essencial, as suas famílias e profissionais de saúde.Informação e apoio inclui um boletim trimestral, grupos de apoio e informação para o médico e referências.

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Esclerose Múltipla Association of America
706 Haddonfield Estrada 
Cherry Hill, NJ 08002webmaster@msassociation.orghttp://www.msassociation.org Tel: 856-488-4500 800-532-7667 Fax: 856-661-9797 Nacional, não organização sem fins lucrativos dedicada a melhorar a qualidade de vida para as pessoas afetadas pela esclerose múltipla. MSAA Fornece suporte permanente e serviços diretos para pessoas com esclerose múltipla e as suas famílias e trabalha para promover uma maior compreensão das necessidades e desafios daqueles que enfrentam obstáculos físicos.

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Fundação da Esclerose Múltipla
6520 North Andrews Avenue 
Ft Lauderdale, FL 33309-2130support@msfocus.org http://www.msfocus.org Tel: 954-776-6805 888-MSFOCUS (673-6287) Fax: 954-351-0630 dedicada a ajudar as pessoas com o MS, os Fundação da Esclerose Múltipla oferece uma grande variedade de serviços gratuitos, incluindo: suporte gratuito nacional, programas educacionais, serviços domiciliares, grupos de apoio, programas de tecnologia assistiva, publicações, um site completo, e mais programas para melhorar a qualidade de vida para os afetados pelo MS.

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Nacional de Informação Centro de Reabilitação (NARIC)
8201 Corporate Drive 
Suite 600 
Landover, MD 20785naricinfo@heitechservices.comhttp://www.naric.com Tel: 301-459-5900/301-459-5984 (TTY) 800-346 - 2742 Fax: 301-562-2401

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National Ataxia Foundation (NAF)
2600 Fernbrook Pista Norte 
Suite 119 
Minneapolis, MN 55447-4752 naf@ataxia.orghttp://www.ataxia.org Tel: 763-553-0020 Fax: 763-553-0167 Estimula e apoia a investigação para as ataxias hereditárias, um grupo de doenças crônicas e progressivas alterações neurológicas que afetam a coordenação. Patrocinadores capítulos e grupos de apoio em todo o EUA e Canadá. Publica um boletim informativo trimestral e literatura educacional sobre as diversas formas de ataxia.

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National Multiple Sclerosis Society
733 Third Avenue 
3rd Floor 
New York, NY 10017-3288ContactUsNMSS@nmss.orghttp://www.nationalmssociety.org Tel: 212-986-3240 800-344-4867 (FIGHTMS) Fax: 212-986 -7981 pesquisa Fundos, ajuda as famílias a ficar juntos, fornece informações precisas e up-to-date, ajuda com questões de emprego, oferece aconselhamento gratuito, corridas de auto-ajuda, dos advogados para Pessoas com Deficiência, e fornece referências para profissionais médicos.

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Americanos doenças auto-imunes relacionadas Associação
22100 Gratiot Avenue 
Eastpointe, MI 48021-2227 aarda@aarda.orghttp://www.aarda.org Tel: 586-776-3900 800-598-4668 Fax: 586-776-3903 Organização Nacional que trabalha para aliviar o sofrimento e do impacto socioeconômico da autoimunidade. Dedicado à erradicação de doenças auto-imunes através de impulsionar e facilitar a colaboração nas áreas de educação, pesquisa e serviços ao paciente.

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Organização Nacional para as Doenças Raras (NORD)
55 Kenosia Avenida 
Danbury, CT 06810 orphan@rarediseases.orghttp://www.rarediseases.org Tel: 203-744-0100 correio de voz 800-999-NORD (6673) Fax: 203 - 798-2291 Federação das Organizações de Saúde voluntários dedicados a ajudar pessoas com raras "órfãos" de doenças e auxiliar as organizações que os servem. Comprometida com a identificação, tratamento e cura de doenças raras por meio de programas de educação, advocacia, pesquisa e serviço.

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Bem Esposa Associação
63 West Main Street 
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Freehold, NJ 07728 info@wellspouse.orghttp://www.wellspouse.org Tel: 800-838-0879 732-577-8899 Fax: 732-577-8644 Internacional sem fins lucrativos , baseado em trabalho voluntário organização cuja missão é dar apoio emocional a, aumentar a consciência sobre, e defender os cônjuges / parceiros de doentes crônicos e / ou desativado.

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Veteranos Paralisados ​​da América (PVA)
801 18th Street, NW 
Washington, DC 20006-3517 info@pva.orghttp://www.pva.org Tel: 202-EUA-1300 (872-1300) 800-555-9140 Fax : 202-785-4452 organização sem fins lucrativos dedicada a servir as necessidades dos seus membros, mais de 19,000 veteranos paralisados ​​por lesões na medula espinhal ou doença, bem como cuidadores e outros afetados por esses programas de deficiência, através da advocacia, educação e pesquisa .

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Projeto Cura acelerado para esclerose múltipla
300 Fifth Avenue 
Waltham, MA 02451 info-web0209@acceleratedcure.orghttp://www.acceleratedcure.org Tel: 781-487-0008Fax: 781-487-0009 organização nacional sem fins lucrativos dedicada a aceleração dos esforços Rumo a uma cura para a EM. Pesquisadores têm acesso a recursos on-line eo repositório de biosamples ACP altamente caracterizado.

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"Esclerose múltipla: Esperança com a pesquisa," NINDS. junho 2012
Publicação NIH 12-75


Preparado por: Gabinete de Comunicação e Public Liaison 
Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame 
Institutos Nacionais de Saúde 
em Bethesda, MD 20892


O material da saúde NINDS é fornecida apenas para fins informativos e não representam, necessariamente, endosso ou uma posição oficial do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame ou qualquer outro órgão federal. Aconselhamento sobre o tratamento ou os cuidados de um paciente individual deve ser obtido por meio de consulta com um médico que examinou ou está familiarizado com a história clínica desse paciente.
Todas as informações NINDS preparados é de domínio público e pode ser reproduzida livremente.Somos gratos a ser dado o crédito para os NINDS ou o NIH.
Revisado 13 de dezembro de 2012