segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os efeitos da reabilitação psicomotora na esclerose múltipla

Os défices cognitivos na esclerose múltipla são frequentemente negligenciados embora contribuam de forma significativa para a morbilidade e incapacidade destes doentes. Mesmo nas formas surto-remissão completa são poucas as pessoas que descrevem o seu desempenho cognitivo como normal. Num estudo publicado foram demonstrados os efeitos do treino cognitivo em pessoas com esclerose múltipla na forma surto-remissão. Num grupo de 20 indivíduos, numa fase estável da doença, metade realizou treino cognitivo utilizando o computador, com exercícios dirigidos ao treino de atenção, funções executivas e velocidade de processamento. A outra metade não realizou qualquer treino. Quando avaliados após 12 semanas, os pacientes do grupo que realizou reabilitação cognitiva melhoraram o seu desempenho nos testes cognitivos. Para além deste facto, a avaliação por ressonância magnética funcional também revelou alterações ao nível dos padrões de activação do córtex frontal durante a realização de exercícios executivos (realização de tarefas). Estas alterações estavam correlacionadas com a melhoria no desempenho cognitivo. Especialmente interessante foi o facto de mesmo pessoas que apresentavam desempenho “normal” nos testes neuropsicológicos efectuados terem também melhorado o seu desempenho com o treino. Este facto realça a importância de realizar uma procura activa dos défices cognitivos nesta população.
Clique aqui para visualizar o artigo.

O tratamento adequado para a Esclerose Múltipla começa por manter um bom estado de saúde geral, prosseguir uma vida activa, uma alimentação equilibrada, repouso suficiente, de modo a sentir-se bem, mantendo a forma física e psíquica. É também fundamental um programa de actividades psicomotoras e ginástica muscular, na medida em que isto ajuda os doentes a recuperarem dos surtos e a diminuir a tensão muscular. O treino do equilíbrio pode ajudar as pessoas a tornarem-se mais auto-confiantes, por exemplo, bem como as técnicas de relaxação psicomotora contribuem para a diminuição da rigidez muscular (hipertonia). As actividades que impliquem a associação entre determinados estímulos (verbais, tácteis, auditivos, visuais, etc.) e respostas motoras específicas são úteis no reforço dos circuitos nervosos, bem como as actividades de coordenação, dissociação de movimentos, agilidade. 
 
 
 
   
 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Aposentadoria especial para pessoas com deficiência é aprovada na Câmara Federal

17 de abril de 2013 | 1 Comentario | Arquivado em Noticias
O Plenário da Câmara Federal aprovou, por unanimidade (361 votos), o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 277/05, que permite às pessoas com deficiência se aposentarem com menos tempo de contribuição à Previdência Social. A matéria será enviada à sanção presidencial. “É uma honra muito grande voltarmos para esta Casa num dia emblemático para as pessoas com deficiência. Estamos fazendo história”, afirmou Leonardo Mattos (PV), autor do projeto – ex-deputado federal e atual vereador em Belo Horizonte, que estava em Brasília, nesta quarta-feira (17/04), durante votação da proposição.
Para os casos de deficiência grave, o limite de tempo de contribuição para aposentadoria integral de homens passa dos 35 para 25 anos; e de mulheres, de 30 para 20 anos. Quando a deficiência for moderada, as novas condições para aposentadoria por tempo de contribuição passam a ser de 29 anos para homens e de 24 para mulheres. Caso a deficiência seja leve, esse tempo será de 33 anos para homens e 28 para mulheres.
Já a aposentadoria por idade passa de 65 para 60 anos, no caso dos homens, e de 60 para 55 anos, no caso das mulheres, independentemente do grau de deficiência. A condição é o cumprimento de um tempo mínimo de 15 anos de contribuição e comprovada a deficiência por igual período.
Segundo Leonardo Mattos, atualmente existem milhares de deficientes trabalhadores, que enfrentam diversas dificuldades diariamente, pois o trabalho das pessoas com deficiência é uma situação nova para a sociedade brasileira. “A aprovação do projeto é uma questão de justiça. Até pouco tempo atrás nós eramos pensionistas e, agora, estamos sentindo o impacto da vida laborativa. Muitas pessoas com deficiência estão se sentindo na obrigação de aposentarem-se prematuramente por invalidez, pois não têm tempo de contribuição nem idade exigidos pela legislação”, destacou Mattos.
De acordo o Censo 2010 do IBGE, cerca de 46 milhões de brasileiros são considerados deficientes. Ou seja, aproximadamente 24% da população têm  pelo menos um tipo de deficiência. Para Leonardo Mattos o projeto cumpre a máxima de que todos são iguais perante a lei, tratando de forma igual aqueles que são iguais e de forma desigual os desiguais.
Regulamento do Executivo definirá as deficiências consideradas graves, moderadas e leves para a aplicação da lei.
Palavras chaves: , , .
Uma Comentário em Aposentadoria especial para pessoas com deficiência é aprovada na Câmara Federal

terça-feira, 16 de abril de 2013

SÓ AQUI NO BRASIL MESMO,NEM DEVERIA SER NECESSÁRIO UMA PESSOA TOMAR ESTE TIPO DE MEDIDA PARA SER RESPEITADA,MAS ONDE ESTAMOS? .

 

Claudia Rodrigues proíbe funcionários de clínica de falar de seu estado de saúde, diz colunista

Atriz tem 42 anos (Foto: Divulgação)
Com a intenção de voltar para a televisão,Claudia Rodrigues, 41, ficou irritada com as informações sobre seu real estado de saúde. Para não atrapalhar seus planos, a atriz criou um documento que proíbe todos os funcionários do hospital onde faz o tratamento de divulgarem detalhes sobre sua saúde. As informações são do colunista Leo Dias, do jornal "O Dia", desta segunda-feira (15).
Tudo começou quando Claudia concedeu algumas entrevistas falando sobre a Esclerose Múltipla, problema de saúde que convive há 13 anos. "Todo mundo acha que a Cláudia está na m... Não estou, não. Tenho um laudo de alta médica", disse ela ao jornal "Extra", no começo de março deste ano, afirmando que está ensaiando uma peça para maio.
Mas, no dia 26 de março, o colunista Leo Dias teve acesso ao prontuário médico da atriz e revelou que ela tem que passar por sessões mensais com injeções na veia de corticoides para controlar a doença.
Então, Claudia não gostou de ter sido desmentida e teria procurado, imediatamente, a TV Globo. A emissora, por sua vez, foi em cima da direção da Clínica São Vicente, onde a atriz faz o tratamento.
Irritada, em pouco dias ela criou este documento, que é um termo de confidencialidade, onde todos os funcionários foram obrigados a assinar e a se comprometerem a manter em sigilo o estado de saúde de Claudia.
O contrato ainda teria dez anos de duração e quem o descumprir, receberá um processo.

domingo, 14 de abril de 2013

A SEGUNDA REPORTAGEM SOBRE VITAMINA D, MAIS QUE INTERESSANTE.


Revertendo a esclerose múltipla com a paleodieta, aumentando a vitamina D e evitando aditivos artificiais

A esclerose múltipla é uma doença crônica, degenerativa dos nervos no cérebro e na colunapaleovertebral. A doença faz com que o corpo atacaque uma substância isolante em torno de células nervosas chamada mielina. Quando a mielina é danificada, a função dos nervos se deteriora, resultando em desequilíbrio muscular, fraqueza ou perda de coordenação, perda de visão e tremores. As pesquisas agora mostam que a doença pode ser revertida através da adoção da paleodieta (principalmente carne, vegetais e nozes), otimizando os níveis de vitamina D e evitando ingredientes artificiais, especialmente o aspartame.
Compreende-se agora que os fatores ambientais, nomeadamente a dieta, desempenham um papel importante no desenvolvimento da doença degenerativa. A paleodieta, consistindo de orgânicos, carnes alimentadas com capim, legumes, alimentos fermentados, e nozes, é repleta de nutrientes que protegem o sistema nervoso e imunológico. A paleodieta é rica em vitaminas do complexo B, iodo e ômega-3 os ácidos graxos ( EPA e DHA com base animal) que suportam a função mitocondrial e o crescimento e reparação da mielina.

O que acrescentar

Outro nutriente vital, a vitamina D, é fundamental não só para prevenir doenças do coração, câncer e outras doenças do estilo de vida, mas também para prevenção e cuidados da EM. Uma nova pesquisa mostrou que o mês do nascimento de um bebê, assim como os níveis de vitamina D da mãe estão envolvidos nos riscos futuros de EM na criança. O estudo demonstra que aqueles que nasceram após os meses de inverno, em abril ou maio foram significativamente mais propensos a ter a doença em relação àqueles que nasceram após os meses ensolarados do verão, em outubro ou novembro.
Este estudo, em conjunto com muitos outros estudos que confirmam o risco de EM diminui quanto mais próximo você viver do equador (e vice-versa), demonstram uma ligação entre os níveis de vitamina D e os riscos de desenvolvimento de esclerose múltipla. O mecanismo por trás dos efeitos protetores da vitamina D  estão relacionados com a sua regulação dos mensageiros químicos, citocinas, que modulam o sistema imunitário e inflamação no corpo.

O que remover

Enquanto suporta o corpo com todos os nutrientes benéficos, é igualmente importante se remover da dieta os aditivos artificiais, em especial o aspartame. O aspartame é constituído por ácido aspártico e uma molécula sintética fenilalanina ligada a um grupo metilo. O metanol é o que faz o gosto doce do aspartame. A ligação que mantém o grupo metilo à fenilalanina se rompe facilmente a temperaturas superiores a 85 graus. Uma vez separados, o metanol pode viajar dentro de qualquer célula do corpo. Em algumas células (como as células do coração e do fígado) ele pode, posteriormente, ser dividido em formaldeído, uma toxina que pode atravessar as barreiras sangue-cérebro e placentárias.
Álcool-desidrogenase é uma enzima que converte o metanol em formaldeído no citoplasma da célula. Isto pode acontecer até mesmo próximo ao núcleo, onde o formaldeído pode facilmente danificar o DNA. Cada animal tem estruturas celulares chamadas peroxissomos que quebram as moléculas tóxicas, como formaldeído, exceto para os seres humanos. Na verdade, apenas o álcool pode impedir a metabolização de metanol, sendo potencialmente correlacionado com estudos que demonstram o consumo moderado de álcool tem efeitos benéficos para a saúde. No entanto, ingestão de aspartame resulta em metanol e formaldeído tóxico no interior das células do cérebro e em todo o corpo, causando a destruição do sistema nervoso, tecido do cérebro e do sistema imunológico.
Todos os aditivos, edulcorantes, aromatizantes, conservantes, e corantes têm sido associados com distúrbios de saúde mental e do sistema nervoso, como a esclerose múltipla. Evitar alimentos processados ​​vai ajudar a reduzir os riscos da doença. Para aqueles com EM, evitando estes alimentos tóxicos, enquanto se alimenta com alimentos do tipo paleolítico e obtendo mais vitamina D ajudará a prevenir o desenvolvimento da doença e permitir que o corpo se cure naturalmente.
Referências

<< Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia solicita a inclusão da vitamina D na lista de medicamentos gratuitos fornecidos pelo SUS >>

 

 

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia solicita a inclusão da vitamina D na lista de medicamentos gratuitos fornecidos pelo SUS

A SBEM encaminhou ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Ciência Tecnologia esbemInsumos Estratégicos um ofício no qual ela solicita uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o texto, a disponibilização corrigiria a deficiênciaprevalente deste nutriente nos grandes centros urbanos.
De acordo com a Sociedade, o SUS já fornece o 400 UI Vitamina D, porém apenas em associação com sais de cálcio, o que seria uma desvantagem, já que a maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio, mas sim de quantidades maiores de Vitamina D. Para a SBEM, as doses de ataque deveriam ser de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses.
Ainda segundo o Ofício, valores inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis.  Entre as consequências desta deficiência estão a maior fragilidade óssea e fraturas.
De acordo como texto, “uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício”.
Leia o ofício na íntegra:
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM vem solicitar à V. Ex.a uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS, que possibilitará a correção da já comprovada deficiência deste nutriente, altamente prevalente nos grandes centros urbanos do Brasil.
Em função das mudanças sociais e comportamentais ocorridas no último século, vivenciamos atualmente uma drástica redução nos períodos de exposição solar, o principal mecanismo pelo qual adquirimos a Vitamina D. Isto fez com que um problema irrelevante em nosso meio até meados do século passado se tornasse altamente prevalente nos dias de hoje, com sérias consequências para a saúde de nossa população.
Valores séricos inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis, números que se agravam à medida que caminhamos para o sul do país. Esta deficiência tem consequências já bastante conhecidas sobre o sistema musculoesquelético, levando a maior fragilidade óssea e fraturas. Uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício.
O SUS já fornece 400 UI Vitamina D, mas apenas em associação com sais de Cálcio, o que é uma desvantagem. A maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio por obtê-lo em quantidade suficiente na dieta, mas necessitam, entretanto, quantidades maiores de Vitamina D para corrigir sua deficiência. Esta correção exige doses de ataque de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses, o que inviabiliza o uso destas associações.
Portanto, faz-se urgente o fornecimento de Vitamina D3 isolada em apresentações versáteis, que possibilitem a titulação da dose para diferentes situações clínicas.
Os benefícios da Vitamina D sobre o sistema musculoesquelético são reconhecidos há quase um século. Entretanto, sua inadequação crônica vem sendo associada a outras situações clínicas indesejáveis, como alguns tipos de câncer, a doenças autoimunes, distúrbios metabólicos, entre outros. Portanto, sua disponibilização pelo SUS será muito bem-vinda, pois possibilitará oferecer, com esta medida de baixo custo, mais saúde à população.
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia coloca-se à disposição do Ministério da Saúde para auxiliar na construção de diretrizes para a utilização de Vitamina D pelo Sistema Único de Saúde.
Fonte: SBEM – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
 
 

sábado, 6 de abril de 2013

Foi postado no facebook pelo Dr. Ricardo Marques dos Santos,informação sempre é bem vinda a todos então estou repassando aos que possam interessar:


<<< TRATAMENTO DA VITAMINA D EM BELO HORIZONTE - MG >>>

Prezados agora é oficial, apartir de 02/05/2013 terá um médico em vespasiano-MG (20km de BH e 12Km do Aeroporto de Confins), atendendo pelo prótocolo do Dr. Cícero da vitamina D, é o Dr. André Costa Lage que foi a SP acompanhar consultas e 
fazer um "estágio" junto ao Dr.Cícero, ele é Clinico Geral e Acupunturista.

O atendimento será na clinica da Criança:

Rua: São Judas Tadeu, 50 Centro - Vespasiano/MG
Telefone (31) 3621-3110

As consultas já podem ser pré-agendadas, ele atenderá a principio toda Quarta e Quinta e o valor da consulta é: R$350,00

Abraço

quinta-feira, 4 de abril de 2013

EXEMPLO DE SUPERAÇÃO:
EXEMPLOA A SER SEGUIDO:
HITÓRIA DE UM VENCEDOR DE UM LUTADOR.



Esclerose Múltipla

"Meu DNA é a vontade", diz empresário portador de esclerose múltipla

Raphael Levy tem 51 anos e há 25 convive com a doença. Por meio das suas marcas de surf e de bolsas, ele divulga um selo a favor da informação e do investimento na pesquisa contra a esclerose múltipla, que ainda não tem cura

Vivian Carrer Elias
Raphael Levy, conhecido como Fico
Raphael Levy é portador de esclerose múltipla desde 1987 (Rodrigo Antonio)
Em plena lua-de-mel de seu primeiro casamento, aos 26 anos, o surfista e empresário Raphael Levy sofreu de impotência sexual e perdeu a visão. Eram os efeitos da sua primeira crise de esclerose múltipla, doença com a qual foi diagnosticado apenas três anos depois. Raphael, que é mais conhecido como Fico, seu apelido de infância, voltou a enxergar no mesmo dia, quando um oftalmologista lhe receitou cortisona, acreditando que se tratava de uma inflamação do nervo óptico. A disfunção erétil foi diagnosticada como um problema psicológico (na verdade, é um sintoma da doença).
Desde esse dia, outras várias crises vieram, acarretando consequências como a perda dos movimentos da perna durante quase um ano e a perda completa da visão do olho direito — um dos primeiros sintomas da esclerose múltipla são os problemas de visão. Hoje, aos 51 anos e após dois casamentos, ele divide seu tempo entre surfar, ser pai (ele tem uma filha de 20 anos), administrar suas marcas de bolsas e de surf e divulgar a doença da qual é portador a fim de arrecadar dinheiro para investir em tratamentos e pesquisa.
A causa da esclerose múltipla ainda é desconhecida e não há cura para a doença. Sabe-se que a condição ocorre quando a substância que envolve e protege as fibras nervosas do cérebro, da medula espinal e do nervo óptico é danificada ou destruída. Quando isso acontece, são formadas áreas de cicatrização, ou escleroses, e surgem diferentes sintomas sensitivos, motores e psicológicos. O problema atinge mais mulheres do que homens, costuma aparecer entre os 20 e os 40 anos de idade e pode avançar e retroceder de maneira imprevisível.
Motivação — Como consequência de uma forte crise, Raphael perdeu os movimentos da cintura para baixo alguns meses após a sua primeira lua-de-mel. Sem ter ainda o diagnóstico de esclerose múltipla, foi para os Estados Unidos em busca de uma resposta, mas voltou para o Brasil três meses depois, ainda sem saber o que provocava as crises.
"Eu divido a minha vida antes e depois desse acontecimento. Após tomar uma porrada dessa, ou seja, perder os movimentos das pernas e carregar uma doença que não era diagnosticada nunca, fiquei perdido. O ano era 1987 e pouco se sabia sobre a esclerose múltipla", disse Raphael em entrevista ao site de VEJA. "Eu só ouvia coisas negativas: que não voltaria a andar e a surfar, que não seria curado, que não poderia ter filhos. Eu resolvi mostrar que a ciência poderia estar errada em relação a mim, que eu era diferente. Mostrar que o meu DNA é a vontade de vencer." Para isso, em vez de quatro horas, como o recomendado, o empresário passou a fazer oito horas diárias de fisioterapia e, com toda essa dedicação, recuperou os movimentos após quase um ano.
Hoje ele toma de seis a oito remédios por dia, entre medicamentos para a dor (possui uma hérnia de disco que não pode operar devido a sua doença), para dormir e para o estômago, além das vitaminas que ajudam a fortalecer o seu sistema imunológico. No entanto, não faz uso de remédios específicos para a esclerose múltipla, mas pratica atividades físicas — surfa e faz treinamento funcional — e ocupa os seus dias com o trabalho e com a causa que abraçou. "Hoje eu tenho espasmos todas as noites e dores nas pernas, mas não sofro mais de crises há tempos. Não deixo dar tempo para a doença me pegar, ocupo todos os espaços da minha vida e consigo fazer com que ela me esqueça."
Engajado — Devido à falta de informação divulgada sobre a esclerose múltipla e à escassez de recursos do governo dedicados à doença, Raphael se envolveu na causa. Além de contar a sua história de superação em palestras, ele contribui mensalmente com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem). O empresário também desenvolveu um selo que leva o título de sua campanha 'Eu faço o bem. Faça você também' (veja a página do selo no Facebook). "A ideia é que as empresas comprem o selo, contribuindo com 1.500 reais todo o mês, e o divulguem em seus produtos, sites e até e-mails. Atualmente, todos os produtos da minha empresa já saem com esse selo", diz Raphael, que pretende distribuir o dinheiro arrecadado entre a Abem, publicidade sobre a doença e investimento em novos médicos que desejam se especializar em esclerose múltipla.

"Eles não vão pagar R $ 12.000 para um procedimento de uma só vez" 21

Cheryl Browne
Por Cheryl Browne , Barrie Examiner
Residentes Barrie Steve emaranhados Garvie com seu laboratório de ouro, Magoo, enquanto faz uma pausa de defender uma utilização mais generalizada de CCSVI.  Ele lidera a Fundação CCSVI do Canadá e está organizando o Passeio MS and Roll em 28 de abril em Barrie.  IAN MCINROY BARRIE EXAMINADOR
Residentes Barrie Steve emaranhados Garvie com seu laboratório de ouro, Magoo, enquanto faz uma pausa de defender uma utilização mais generalizada de CCSVI. Ele lidera a Fundação CCSVI do Canadá e está organizando o Passeio MS and Roll em 28 de abril em Barrie. IAN MCINROY BARRIE EXAMINADOR
Donna Graham acredita que os contribuintes devem ser petições ao governo para explicar a sua lógica de financiamento.
Saúde do Canadá vai ajudar a pagar 40.000 dólares para a medicina para a esclerose múltipla (EM) pacientes por ano, mais US $ 13.000 para uma cadeira de rodas elétrica, bem como para os trabalhadores de apoio pessoal (PSWS) para ajudar o diário aflitos.
"Mas eles não vão pagar R $ 12.000 para um procedimento de uma só vez", disse Graham, incrédulo.
Graham vive com Steve Garvie, que tinha esclerose múltipla há 15 anos antes de ter a cirurgia libertação para insuficiência venosa crônica cerebrospinal (CCSVI) em 2010.
A terapia de libertação foi descoberto pelo cirurgião vascular italiano, Dr. Paolo Zamboni, que acredita que pacientes com esclerose múltipla sofrem de CCSVI.
Zamboni começou o tratamento de sua esposa, e em seguida, outros com o MS, através da realização de cirurgia de angioplastia. Ela envolve a inserção de stents ou pequenos wideners tubo artificiais na veia para permitir maior fluxo sanguíneo.
Tal como acontece com muitas histórias de sucesso CCSVI, Garvie entrou na sala de cirurgia em uma cadeira de rodas e saiu do hospital em seus próprios dois pés.
Os dois sintomas temidos MS, confusão mental e fadiga, foram embora e ele tem o uso de seu braço esquerdo novamente.
"Nós tínhamos acabado de conhecer em dezembro", disse Graham. "Ele teve a cirurgia de 29 de janeiro e fomos para a República Dominicana, em fevereiro."
"É aí que tivemos a nossa primeira dança juntos", Garvie chimed dentro
Graham olha para o sistema de saúde canadense com algo semelhante ao choque com o desperdício de dinheiro público gasto sem fixação de pessoas.
"Eu realmente acho que se as pessoas soubessem o quanto custa para manter alguém com MS vai, comparado a ter a cirurgia e obter suas vidas de volta, eles se envolver", disse ela.
Garvie disse que pessoas com problemas cardíacos ou diabetes pode ter angioplastia cirurgia paga pelo OHIP.
"É aí que a polêmica é. Se você tiver MS, você não pode ter feito isto ", disse ele.
Ambos Saúde do Canadá e Ontário Ministério de Saúde e Cuidados de Longa Duração não comentou na quarta-feira.
Garvie voou para Newport, CA para suas duas cirurgias CCSVI.
Mais de 2.000 cirurgias CCSVI foram realizados com conceitos de saúde Synergy, pelo menos 1.600 deles pelo Dr. Michael Arata, que é especialista em radiologia de intervenção.
Arata não só consultar pacientes com esclerose múltipla, mas também com aqueles que têm a doença de Parkinson, diabetes, doença inflamatória intestinal, como Crohn, artrite reumatóide e apnéia do sono.
Arata diz que não está tratando veias, ele é o tratamento da disfunção autonômica.
Arata explicou que é as fibras nervosas autonômicas viajam ao lado dos vasos sanguíneos - como a veia jugular em pacientes com esclerose múltipla - que precisam de terapia.
Uma vez que os nervos autonômicos estão esticados, os pacientes com diferentes graus de sintomas, com uma variedade de doenças sentir os efeitos positivos
"O sistema nervoso autônomo é o regulador do corpo". Arata disse.
"É como o re-boot de seu computador."
Em 2011, uma cirurgia semelhante chamado de Terapia Endovascular prospectivo randomizado em MS (premissa) realizou ensaios em Buffalo.
Os pesquisadores recentemente divulgou os resultados indicando apenas 11 das 19 pessoas viram melhores condições após a cirurgia premissa. (Pontos Arata fora um dos médicos envolvidos na pesquisa também sugeriu que o sistema nervoso autônomo - não as veias - foi beneficiando do procedimento).
No entanto, as conclusões do estudo determinou que, enquanto o tratamento é seguro, ele não forneceu melhoria sustentada para os pacientes.
O estudo cego ofereceu metade dos participantes a uma cirurgia fictícia e outros receberam a terapia premissa, explicou Leona Budd de Orillia.
"Eu tinha certeza que eu era um dos que tiveram a cirurgia verdadeira libertação", disse Budd, que viajou para Buffalo para os ensaios para um ano a partir de novembro 2011.
"Eu não sabia até há duas semanas que eu estava certo."
Budd disse que viu uma melhora significativa tanto na fadiga e sintomas de nevoeiro seu cérebro no ano passado.
Mas talvez o maior avanço é o seu olho esquerdo, onde ela tinha perdido a visão e agora pode ver de novo.
"Você está indo para obter resultados diferentes porque nem todo mundo tem o MS há sete anos e tinha todos os mesmos sintomas. Mas eu não entendo por que eles não olhar para os sucessos de cada pessoa que teve, em vez da média de melhora. Meus melhorias foram notáveis ​​", disse ela.
Para mais informações sobre a Fundação CCSVI do Canadá, visitewww.ccsvifoundationcanada.org ou juntar-se o Passeio MS and Roll em 28 de abril no Parque Centenário.